11 agosto, 2006

Agende-se

FLAP - Feira literária de Parati - RJDias 12 e 13 de agosto (sábado e domingo)
Local: na ruaParati - RJ

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CAFÉ LITERÁRIO DE TABOÃO DA SERRA
RECITAL, LEITURAS DE TEXTOS, PROSA E INTERVENÇÕES LÍTERO-MUSICAIS.
APRESENTAÇÃO DO POETA SÉRGIO VAZ
Dia 14 de agosto (segunda-feira) 19:30hs
LOCAL: AUDITÓRIO DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
RUA ELZABETA LIPS, 166 TABOÃO DA SERRA- CENTRO
Inf. 4788.5300ENTRADA FRANCA
www.colecionadordepedras.blogspot.com

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RITMO E POESIA Sarau de poesia urbana e debate
érgio Vaz e Toni C.dia 14 de agosto 21hs
ESPAÇO CULTURAL CPFL
Rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1.632 Chácara Primavera
Campinas - Inf. 8756.8000

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SARAU DA COOPERIFA
Dia 16 de agosto 20hsLançamendo do CD MAMELUCO AFROBRASILEIRO, de Wésley Noog

09 agosto, 2006

Próximo Lançamento

SARAU DA COOPERIFA APRESENTA:

LANÇAMENTO DO LIVRO "85 LETRAS E UM DISPARO", DO ESCRITOR SACOLINHA

DIA 09 DE AGOSTO QUARTA-FEIRA A PARTIR DAS 20HS30 SÓ R$ 14,90

SARAU DA COOPERIFA
BAR DO ZÉ BATIDÃO
RUA BARTOLOMEU DOS SANTOS, 797
CHÁCARA SANTANA - ZONA SUL - SÃO PAULO

INFORMAÇÕES:
www.colecionadordepedras.blogspot.com

04 agosto, 2006

A Hora e a Vez...


Release do livro “85 Letras e um Disparo”

Em seu primeiro livro “Graduado em Marginalidade”, Sacolinha prendeu a atenção dos leitores da primeira à última página; notou-se que as pessoas tiveram uma grande surpresa no fim do romance. Com isso, o autor alcança um dos objetivos do bom artista, que é o de surpreender o seu público.
Em “85 Letras e um Disparo” não será diferente, pois neste livro, tudo pode acontecer; desde um escritor que viaja 240 km de trem para vender seus livros em bares, até uma prostituta que tem argumentos suficientes para provar que não é prostituta.
Durante a leitura deste livro de contos, nota-se que o autor tem uma escrita meticulosa, cheia de qualidade, por isso alertamos o leitor para que não leve um choque e nem caia na risada desesperadamente.
Mais uma vez Sacolinha nos surpreende em grande estilo, como tem que ser. Nada de demagogia, apenas literatura que sem dúvida terá lugar de destaque, como diz Moacyr Scliar no prefácio desta obra.

Trecho do prefácio
... “Ao tempo em que escrevo estas linhas há um grande debate no país sobre o documentário “Falcões – meninos do tráfico”, do rapper MV Bill e do produtor Celso Athaíde, que retrata a vida dos jovens nas favelas cariocas. Uma discussão semelhante já tinha ocorrido a propósito de “Cidade de Deus”, dirigido por Fernando Meirelles e baseado no livro de Paulo Lins. São indicações de que uma nova temática mobiliza o público brasileiro, a temática da marginalidade, da desigualdade social, da violência. Dentro desta temática, “85 Letras e um Disparo”, de Ademiro Alves, que todo mundo conhece como Sacolinha, sem dúvida terá lugar de destaque”.

Moacyr Scliar


Lançamentos do livro “85 Letras e um Disparo”

Centro Cultural de Suzano
Dia 08 de agosto (terça-feira) – 20h
Rua Benjamin Constant, 682
Centro – Suzano – S.P
Tel: (11) 4747-4180

Cooperifa
Dia 09 de agosto (quarta-feira) – 21h
Bar Zé BatidãoRua Bartolomeu dos Santos, 797 - Chácara Santana
Perto da igreja de Piraporinha / Zona Sul - São Paulo – SP
Tel: (11) 4139-7548

Ação Educativa
Sarau de Lançamento
Dia 15 de agosto (terça-feira) – 19h30
Rua General Jardim, 660 - CEP: 01223-010São Paulo - S.PTel: (11) 3151-2333 ramais 153, 165, 171

Adquira o seu exemplar na livraria mais próxima de sua casa, por apenas R$ 14,90!


Informações
(11) 4759-6097
(11) 8325-2368
Site:
www.editorailustra.com.br
E-mail: editorailustra@yahoo.com.br
E-mail: sacolagraduado@bol.com.br

Clique nos links abaixo e leia matérias sobre o livro:

http://moginews.temp.parent-server.net/home/outrasmaterias.asp?CategoriaID=6&MateriaID=75022

http://64.34.170.243/~diariode/noticiasd.php?cod=2787

http://www.atribunasuzanense.com.br/noticias.php?cod=692

Poesias e Poesias

Solitário Universo
Sentado diante a escuridão
eis o gosto salgado das lágrimas
Todas as ilusões se tornam claras
quando percebemos que na verdade
Estamos sós, diante a imensidão
do universo.
Everaldo Ferreira

AMAR

Amar é solução para todos os problemas
Cura para todas as doenças
Remédio pra qualquer mal estar!
Amar é alegria
É sair da melancolia
Sem ter ninguém pra te animar!
Amar é o maior dos prazeres
A mais profunda sensação
É o maior dos lazeres
Porque faz vibrar o coração!
Amar é a felicidade para o tristonho
Às vezes tristeza para o risonho
Mas traz muita beleza para o medonho...
Amar é ver a vida com outros olhos
É enxergar o que ninguém vê
Colorir o ambiente
E aprender que é muito bom viver!
Amar é razão
É a única missão
Pela qual viemos a nascer!

Rejane da Silva Barros

Desabafo

guerra preventiva
rodrigo ciríaco


o corpo jaz, sem vida
tombado inerte sobre o braço do pai.
sob o calor intenso,
o cabelo brilha como fogo intenso
o mesmo fogo submetido
ao menino que jaz, sem vida e
denuncia a estupidez e o absurdo
de nossas vidas.

como é possível existir tamanha insensibilidade?
como é possível aceitar tamanha insensatez?
como é possível permitir tamanha calamidade?

os homens e suas guerras estúpidas:
guerra santa, guerra justa,
guerra fria, guerra preventiva,
destroem templos sagrados,
quem dera intocados,
chamados crianças.
onde mais poderemos guardas
nossos sonhos e a esperança?
para qual futuro?

onde? me diz?
como sonhar?
como esperar uma vida feliz?

02 agosto, 2006

+ Lançamento

SARAU dos RESPINGOS

no Morro do Querosene
*
É com muitíssimo gosto que encaminho este convite
para o sarau de lançamento da 2ª edição de meu
livreto de poemas manuscritos:

RESPINGOS e CLAMORES

libreto do fundo do peito liberto- Silvio Diogo

Vai ser dia Três de agosto, 3/8, Quinta-feira, na Praça do Morro do Querosene, Butantã, às Vinte horas, 20h. Venham, venham! - pra compartilhar vida, poesia, música, danças e brincadeiras.
*
Onde: A Praça, que é onde as Festas do Boi acontecem, fica no cruzamento das ruas «doutor» Cícero de Alencar,«capitão» Paulo Carrilho, «capitão» FredericoPradel e «padre» Camilo. (Vejam se pode...)

Edições Toró

CHEGA, O CORPO

Nada piora, nada disso
piora. No lugar do corpo onde doeria,
os poros fecharam. Quem foi, poesia,
que o corpo mandou?
Mandou fechar o portão,
cansado de ficar lá
espiando o mecanismo próprio
de inventar futrica.
Inventa que não está,
copia a palavra estrela
e deita, não quer saber.
Joga alto quando se ri
dum anúncio de jazigo
no cemitério fulano.
Não se mandou correndo,
corpo franzino que era
quando mandaram correr.
Esperou todos saírem;
foi emburrando com todos.
E, da cortina, espreita
com os muitos olhos que têm.
O que tinha de piorar
ele não vê, não tem mais.
O corpo é a boca aberta.
Já disse tudo ao dizerque chega.

Silvio Diogo

Sobre vingança