COINCIDÊNCIAS.
Escrevi uma carta,
Mas, não a coloquei no correio.
Não sei por que, faltou-me coragem,
Indeciso, guarde-a comigo.
Logo, uma carta me veio
E dizia assim:
Considere-se um amigo,
Nosso amor, chegou ao fim.
Engraçado. O que escrevi,
Tinha o mesmo teor.
Porém, com mais suavidade,
Então, não me surpreendi.
Pensei, pensei bem
Rasguei a carta que escrevi
Mas guardei, a recebida.
São coisas do amor, coisas da vida.
Paulo Odair.
do livro: POESIA SUA VEZ-2008.
Blog, http://pauloodairdapoesia.blogspot.com/
cel:011- 7234.1382 e 7495.0175(vivo)
TEL FIXO, 011-4743.1304 (APÓS AS19 HORAS)
08 fevereiro, 2010
07 fevereiro, 2010
05 fevereiro, 2010
LEMBRANÇA!!!!
Dia 20 de janeiro , o primeiro Sarau Cultural do ano. Mais conhecido como, PAVIO DA CULTURA. Entrada franca, acesso à todos. Participe você também. Dentro de cada um de nós , há um pouco de poesia e arte.
Se você canta, toca violão ou outro instrumento, chegue com antecedência de quinze minutos, para dar o seu nome e mostrar que pode nos compartilhar.
O enderêço é: Rua Benjamim Constant nº 682- Centro, Suzano-SP.
Horário: das 20,00 , às 22,00 hrs.
Venha, participe, eu, voçê, nós fazemos a DIFERENÇA!!!
Paulo Odair, blog: http://pauloodairdapoesia.blogspot.com/
celulares:011-7234.1382 e 7495.0175 (vivo)tel fixo-o11-47431304 (após às 19 hrs)
E-mail, paulodapoesia@hotmail.com
Dia 20 de janeiro , o primeiro Sarau Cultural do ano. Mais conhecido como, PAVIO DA CULTURA. Entrada franca, acesso à todos. Participe você também. Dentro de cada um de nós , há um pouco de poesia e arte.
Se você canta, toca violão ou outro instrumento, chegue com antecedência de quinze minutos, para dar o seu nome e mostrar que pode nos compartilhar.
O enderêço é: Rua Benjamim Constant nº 682- Centro, Suzano-SP.
Horário: das 20,00 , às 22,00 hrs.
Venha, participe, eu, voçê, nós fazemos a DIFERENÇA!!!
Paulo Odair, blog: http://pauloodairdapoesia.blogspot.com/
celulares:011-7234.1382 e 7495.0175 (vivo)tel fixo-o11-47431304 (após às 19 hrs)
E-mail, paulodapoesia@hotmail.com
04 fevereiro, 2010
SERRA DA BOA ESPERANÇA.
Levo na minha cantiga
A imagem da serra,
Sei que Jesus não castiga
Um poeta que erra.
Nós os poetas erramos,
Porque rimamos também,
Os nossos olhos, nos olhos
De alguém que não vem.
Parte da música ¨Serra da boa esperança¨
Composição de Lamartine Babo.
Lamartine Babo: nome verdadeiro, Lamartine de Azevedo Babo.
Nasceu no dia 10 de janeiro de 1904
Faleceu no dia 16 de junho de 1963, com 59 anos. (Vitimado por um infarto.)
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais , na então Faculdade
De Direito da Universidade do Rio De Janeiro, atual Faculdade Nacional
De Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ)
Levo na minha cantiga
A imagem da serra,
Sei que Jesus não castiga
Um poeta que erra.
Nós os poetas erramos,
Porque rimamos também,
Os nossos olhos, nos olhos
De alguém que não vem.
Parte da música ¨Serra da boa esperança¨
Composição de Lamartine Babo.
Lamartine Babo: nome verdadeiro, Lamartine de Azevedo Babo.
Nasceu no dia 10 de janeiro de 1904
Faleceu no dia 16 de junho de 1963, com 59 anos. (Vitimado por um infarto.)
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais , na então Faculdade
De Direito da Universidade do Rio De Janeiro, atual Faculdade Nacional
De Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ)
01 fevereiro, 2010
coração perdido
alguém viu meu coração? dei ele para uma pessoa mas ela não quis, jogou fora. boba ela, né?
afinal de contas não é um presente qualquer. é o responsável pelas minhas emoções, meus sentimentos minhas verdades e minha alma.
pois não sou aquele que trabalha com a razão e sim com ele! o coração.
logo sem ele sinto-me como um ser sem vida, sem calor, sem medo; não consigo sorrir nem chorar .
portanto, se meu coração alguém achar, por favor, me devolva pois não vejo a hora de voltar a amar.
marcio sam
afinal de contas não é um presente qualquer. é o responsável pelas minhas emoções, meus sentimentos minhas verdades e minha alma.
pois não sou aquele que trabalha com a razão e sim com ele! o coração.
logo sem ele sinto-me como um ser sem vida, sem calor, sem medo; não consigo sorrir nem chorar .
portanto, se meu coração alguém achar, por favor, me devolva pois não vejo a hora de voltar a amar.
marcio sam
Cidadania , um direito de todos
Os direitos descritos na constituição
São exemplos perfeitos de cidadania
Em 2010 se faz 122 anos de abolição
E ainda hoje se os capitães do mato
fardados me pegam,
tenho que dar satisfação;
Tá indo pra onde,tá vindo da onde?
Quando eu pergunta vê se responde.
Moro no centro da cidade
e não tenho lugar fixo
Posso descansar tranquilo
em um banco reservado que tenho na praça
ou dormir embaixo de alguma disputada marquise.
O nepotismo,tomou minha vaga de emprego
Portanto o sopão que os samaritanos
dão na praça,é o meu único alimento.
Não gosto de disputar vaga para dormir em albergue
Mas a assistente social disse que é esse o meu direito.
Lá encontro pessoas velhas,pessoas jovens
Todas acumuladas em um galpão.Parece senzala.
Excluídos,marginalizados,escória da sociedade.
Todos tem identidade,mas foram os direitos de ser cidadão
que os privaram da liberdade.
A situação da escola está precária
por isso ela foi fechada
Na ''escola para todos''ninguém repete
Se 2+2=é 7,não tem problema
O que interessa é responder um presente
e não obter faltas frequentes
Através de alguns livros que encontrei na lixeira
adquiri conhecimentos e sei quais são meus direitos.
Sou um ser pensante que às vezes
quando dói minha cabeça,por não ter residência
não consigo tratamento.
Quando olho para praça,vejo várias famílias
embaixo da árvores.
Algumas tristes,outras sem expressão
os mais jovens eufóricos,com a destruição libertária
Cachimbo de crack,lata de tinner,garrafa de pinga na mão.
Eles são seres humanos,não são plantas.
O que fazem morando no jardim da praça?
Eu sou um cidadão,eu sou um número,uma estatística.
Eu não tenho dinheiro,não tenho emprego.
Não tenho mais saúde pra morar na cadeia
Eu não quero quando morrer ser enterrado,como indigente.
Eu quero respeito,porque eu sou gente.
Antes de morrer,quero ver acontecendo
Pessoas relmente desfrutando dos seus direitos
Saindo de um pensamento utópico do subconsciente
pra se tornar concreto,pra toda nossa gente.
Eu sou um cidadão,não desfruto dos direitos da constituição
Mas assim sobrevivo... nesse mundo cão.
Podem me privar fisicamente,mas não podem acorrenter meus pensamentos.
Enquanto durmo no banco da praça,mesmo sem segurança nenhuma
o sopão servido me traz um conforto,e assim consigo sonhar.
De que algum dia,os revolucionários se juntem
e essa situação possamos mudar.
cákis
kkis1@hotmail.com
www.literaturanobrasil.blogspot.com
São exemplos perfeitos de cidadania
Em 2010 se faz 122 anos de abolição
E ainda hoje se os capitães do mato
fardados me pegam,
tenho que dar satisfação;
Tá indo pra onde,tá vindo da onde?
Quando eu pergunta vê se responde.
Moro no centro da cidade
e não tenho lugar fixo
Posso descansar tranquilo
em um banco reservado que tenho na praça
ou dormir embaixo de alguma disputada marquise.
O nepotismo,tomou minha vaga de emprego
Portanto o sopão que os samaritanos
dão na praça,é o meu único alimento.
Não gosto de disputar vaga para dormir em albergue
Mas a assistente social disse que é esse o meu direito.
Lá encontro pessoas velhas,pessoas jovens
Todas acumuladas em um galpão.Parece senzala.
Excluídos,marginalizados,escória da sociedade.
Todos tem identidade,mas foram os direitos de ser cidadão
que os privaram da liberdade.
A situação da escola está precária
por isso ela foi fechada
Na ''escola para todos''ninguém repete
Se 2+2=é 7,não tem problema
O que interessa é responder um presente
e não obter faltas frequentes
Através de alguns livros que encontrei na lixeira
adquiri conhecimentos e sei quais são meus direitos.
Sou um ser pensante que às vezes
quando dói minha cabeça,por não ter residência
não consigo tratamento.
Quando olho para praça,vejo várias famílias
embaixo da árvores.
Algumas tristes,outras sem expressão
os mais jovens eufóricos,com a destruição libertária
Cachimbo de crack,lata de tinner,garrafa de pinga na mão.
Eles são seres humanos,não são plantas.
O que fazem morando no jardim da praça?
Eu sou um cidadão,eu sou um número,uma estatística.
Eu não tenho dinheiro,não tenho emprego.
Não tenho mais saúde pra morar na cadeia
Eu não quero quando morrer ser enterrado,como indigente.
Eu quero respeito,porque eu sou gente.
Antes de morrer,quero ver acontecendo
Pessoas relmente desfrutando dos seus direitos
Saindo de um pensamento utópico do subconsciente
pra se tornar concreto,pra toda nossa gente.
Eu sou um cidadão,não desfruto dos direitos da constituição
Mas assim sobrevivo... nesse mundo cão.
Podem me privar fisicamente,mas não podem acorrenter meus pensamentos.
Enquanto durmo no banco da praça,mesmo sem segurança nenhuma
o sopão servido me traz um conforto,e assim consigo sonhar.
De que algum dia,os revolucionários se juntem
e essa situação possamos mudar.
cákis
kkis1@hotmail.com
www.literaturanobrasil.blogspot.com
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