12 maio, 2010
Paulo Betti em Suzano!!
No dia 30/04, a ACLB participou de uma palestra com o ator Paulo Betti, no Teatro Municipal Dr. Armando de Ré.
Descontraído e muito simpático, o também diretor e produtor falou sobre sua infância, início de carreira, cinema, teatro, televisão e a literatura como princípio essencial na vida de qualquer ser humano que não deseja ser mais um na multidão.
Com certeza aprendemos muito!


Descontraído e muito simpático, o também diretor e produtor falou sobre sua infância, início de carreira, cinema, teatro, televisão e a literatura como princípio essencial na vida de qualquer ser humano que não deseja ser mais um na multidão.
Com certeza aprendemos muito!


07 maio, 2010
04 maio, 2010
Nesta data querida
Pavio da Cultura completa 5 anos
Foram aproximadamente 248 sessões e 480 horas de sarau, tanto na região central de Suzano como nos centros culturais dos bairros. Por essas e outras é que a Prefeitura de Suzano e a Associação Cultural Literatura no Brasil preparam muita coisa para a edição de 5 anos do Pavio da Cultura. O sarau ocorrerá neste sábado, 8/5, a partir das 20h, no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi (Rua Benjamin Constant, 682 – Centro – Suzano - SP).
Dessa vez a atividade ocorrerá no hall de entrada e não no auditório. "A intenção é montar um ambiente diferente e que possa acolher muito mais pessoas, já que aguardamos um público maior do que o normal", ressalta o escritor Sacolinha, fundador do sarau.
Haverá participações de artistas que passaram pelo sarau nesses 5 anos. Teremos rap, mpb, côco, repente, poesia, cordel, teatro e dança.
Os escritores e músicos mais assíduos do sarau estão preparando apresentações especiais que prometem deixar o público de boca aberta.
Todo o Pavio da Cultura será filmado para o documentário "Fogo no Pavio" e as 70 primeiras pessoas ganharão uma camiseta do sarau.
Os interessados em se apresentar devem chegar com 30 minutos de antecedência.
Venha e convide amigos, vizinhos e parentes, mesmo que seja apenas para assistir. Todos são bem vindos.
Se preparem para ver muitas surpresas e viver um dos momentos mais belos de sua vida.
Outras informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone (11) 4747-4180.
Como Chegar
Dessa vez a atividade ocorrerá no hall de entrada e não no auditório. "A intenção é montar um ambiente diferente e que possa acolher muito mais pessoas, já que aguardamos um público maior do que o normal", ressalta o escritor Sacolinha, fundador do sarau.
Haverá participações de artistas que passaram pelo sarau nesses 5 anos. Teremos rap, mpb, côco, repente, poesia, cordel, teatro e dança.
Os escritores e músicos mais assíduos do sarau estão preparando apresentações especiais que prometem deixar o público de boca aberta.
Todo o Pavio da Cultura será filmado para o documentário "Fogo no Pavio" e as 70 primeiras pessoas ganharão uma camiseta do sarau.
Os interessados em se apresentar devem chegar com 30 minutos de antecedência.
Venha e convide amigos, vizinhos e parentes, mesmo que seja apenas para assistir. Todos são bem vindos.
Se preparem para ver muitas surpresas e viver um dos momentos mais belos de sua vida.
Outras informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone (11) 4747-4180.
Como Chegar
Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi
Rua Benjamin Constant, 682 - Centro - Suzano, SP.
Referência: Prédio de tijolos vermelho, de arquitetura antiga. Ou pergunte pela Biblioteca de Suzano
1- Pegar a Marginal Tietê, sentido Rodovia Ayrton Senna
2- Na Ayrton Senna seguir até o pedágio
3- Após o pedágio pegar a primeira entrada para Suzano
4- Após entrar você vai atravessar por um pequeno túnel.
5- Lá na frente haverá uma placa: "Suzano via Poá à direita" e "Suzano via Centro à esquerda". Você vem seguindo "via Poá".
6- Após passar por baixo de um viaduto você estará na Rodovia Henrique Eroles - SP, Rio. Segue direto sentido Suzano.
7- Lá na frente, após subir e descer o viaduto Rio Mizuno, terá um farol, no segundo farol, que é temporizado, entre à direita e estará na Rua Benjamin Constant.
8- No 5º farol é o Centro Cultural. Pronto, você chegou.
DE CONDUÇÃO:
1- Pegar o trem no Brás ou na Luz, sentido Guaianazes;
2- Em Guaianazes fazer baldeação sentido Estudantes;
3- Após 4 estações descer em Suzano pelo lado do centro;
4- Você sairá pela Rua General Francisco Glicério;
5- Atravesse a Praça João Pessoa e você estará na Rua Benjamin Constant. Daí à 5 minutos subindo, você chegou.
FIM DE SEMANA NO PARQUE...
A ACLB agitou o parque Max Feffer nos dias 23, 24 e 25 de abril, na Tenda de Literatura, dentro do Festival de Cultura, no mês de aniversário da cidade de Suzano.
Na sexta-feira, montamos a Tenda com nossos livros, cordéis, zine, varal de poesias, ao som de bandas locais e Nação Zumbi.
No sábado, tivemos a Feira de Troca de Livros e Gibis no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi, e à noite, estávamos novamente na Tenda e o show ficou por conta de Nando Reis.
Domingo aconteceram o 10º Encontro de Fuscas e Carros Antigos; a II Caminhada para Ogum e, à noite, a Tenda de Literatura.
Guilherme e Santiago encerraram a festa.
Confira as imagens...
Na sexta-feira, montamos a Tenda com nossos livros, cordéis, zine, varal de poesias, ao som de bandas locais e Nação Zumbi.
No sábado, tivemos a Feira de Troca de Livros e Gibis no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi, e à noite, estávamos novamente na Tenda e o show ficou por conta de Nando Reis.
Domingo aconteceram o 10º Encontro de Fuscas e Carros Antigos; a II Caminhada para Ogum e, à noite, a Tenda de Literatura.
Guilherme e Santiago encerraram a festa.
Confira as imagens...
03 maio, 2010
Mãe
Se eu soubesse fazer um poema;
Que falasse do amor;
Do brilho do sol e o seu resplendor,
Das aves que voam na imensidão do espaço
Das flores e seu agradável odor,
Das obras perfeitas do Deus Altíssimo
Em tudo que Ele criou!
De Jesus Cristo seu Filho,
O quanto ele nos amou!
Há! Se eu soubesse fazer um poema
Contando tudo que meu coração pensou,
Do principio ao fim
Descrevendo o amor;
Há! Se eu soubesse fazer tal poema!
Que pena! Poeta não sou;
Mas se eu soubesse fazer tal poema,
Que descrevesse o amor;
Eu descreveria: “você minha mãe”;
A razão maior de eu ser, o que sou;
A você “minha mãe”,
Que no seu ventre me gerou
Descrevo estes pequenos versos
Ainda que poeta não sou;
Mas se falei de minha mãe,
Certamente descrevi o amor,
Na eficácia de sua glória,
No auge do seu resplendor.
Francis Gomes
Se eu soubesse fazer um poema;
Que falasse do amor;
Do brilho do sol e o seu resplendor,
Das aves que voam na imensidão do espaço
Das flores e seu agradável odor,
Das obras perfeitas do Deus Altíssimo
Em tudo que Ele criou!
De Jesus Cristo seu Filho,
O quanto ele nos amou!
Há! Se eu soubesse fazer um poema
Contando tudo que meu coração pensou,
Do principio ao fim
Descrevendo o amor;
Há! Se eu soubesse fazer tal poema!
Que pena! Poeta não sou;
Mas se eu soubesse fazer tal poema,
Que descrevesse o amor;
Eu descreveria: “você minha mãe”;
A razão maior de eu ser, o que sou;
A você “minha mãe”,
Que no seu ventre me gerou
Descrevo estes pequenos versos
Ainda que poeta não sou;
Mas se falei de minha mãe,
Certamente descrevi o amor,
Na eficácia de sua glória,
No auge do seu resplendor.
Francis Gomes
Por que a voz não sai?
Fecho os olhos
E vejo uma mulher de cabelos grisalhos
Olhar profundo
Pele enrugada
Mãos calejadas do trabalho
Corpo cansado da batalha diária.
Hora sorri,
Hora chora,
Hora chora,
Hora sorri.
Agora está de braços abertos
Vem em minha direção
Me abraça forte,
Sinto seu corpo tremer
Ouço as batidas do seu coração
Cada vez mais forte.
Encosta sua cabeça em meu ombro,
Suas lágrimas molham meu rosto,
Escuto ela murmurar ao meu ouvido:
Eu te amo filho.
Quero retribuir com a mesma frase,
Mas a garganta fecha,
A voz não sai.
Choro junto com ela.
Meu coração queima,
Pula, grita de vontade,
Mesmo assim,
E eu não consigo falar;
Mamãe eu te amo.
Francis Gomes
Fecho os olhos
E vejo uma mulher de cabelos grisalhos
Olhar profundo
Pele enrugada
Mãos calejadas do trabalho
Corpo cansado da batalha diária.
Hora sorri,
Hora chora,
Hora chora,
Hora sorri.
Agora está de braços abertos
Vem em minha direção
Me abraça forte,
Sinto seu corpo tremer
Ouço as batidas do seu coração
Cada vez mais forte.
Encosta sua cabeça em meu ombro,
Suas lágrimas molham meu rosto,
Escuto ela murmurar ao meu ouvido:
Eu te amo filho.
Quero retribuir com a mesma frase,
Mas a garganta fecha,
A voz não sai.
Choro junto com ela.
Meu coração queima,
Pula, grita de vontade,
Mesmo assim,
E eu não consigo falar;
Mamãe eu te amo.
Francis Gomes
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