31 julho, 2008

Notícia importante!

Clique no link abaixo para ler uma notícia importante da Universidade de Passo Fundo - RS, a capital da Literatura.


21 julho, 2008

19 julho, 2008

BALANÇO GERAL

Atenção terrinha
Atenção São Paulo
Balança minha gente
Aqui no balanço geral
A chapa aqui é quente
Quando chega à hora do almoço
A concorrência pega seus banquinhos
Papel e caneta
Nota tudo direitinho que se passa no programa
E depois é só da uma maquiada
Novo programa no ar
No balanço geral mostra a realidade
Mostrando a miséria do nordeste
A tristeza de nossa gente
Enquanto políticos ficam passeando
Entre os aeroportos
Na escuridão da noite
No meio da mata
Geraldo faz campana
Atrás de discos voadores
Geraldo é balanço
Balança minha gente
Geraldo é do povo
Então balannnnnnnnnnça meu câmera
Que a estória não pode parar
No balanço geral
Você vê de tudo
Mulher que entrega sua vida
Para cuidar de cachorro
Tem outra que trás a raça de gato
Maior do mundo
Então balança, balança.
Balança minha gente
Aqui na telinha
Na rede Record
Quem manda
Esta sempre em primeiro
É o balanço geral
O campeão de audiência
Então balança, balança.
Balanço geral
Com Geraldo Luiz
Mostrando na telinha
Quem manda é o povo
Espere um minuto voltamos depois do comercial.

PAULO PEREIRA

''ESCRITO EM PLUTAO!".'

Neste conto, o que se pretende é ter o direito de, ante nós, apenas, ver o desfraldar da bandeira da humildade para se falar, ainda que nas singelas entrelinhas, de si mesmo e, por que não?... - Dos mais crassos desafios encravados desde o mais profundo da alma inquieta até os simulacros da vida infame e ignóbil para uns, mas singela e tranqüila para outros.
Traz-se no vestíbulo da alma a introspectiva do crucial questionamento... - qual será a receita para se tornar um autêntico Psicólogo?... - Bem, alijo de meu ser o receio e o pressentimento para dizer:... – sou a ação e não a inércia!
Por isso, antes de tudo, ore-se o Psicólogo Nosso:
Psicólogo nosso,
Que está a caminho,
Bendito seja o teu nome,
Venha a nós a sua psicologia,
Seja assimilada a sua falácia,
Assim no divã como na cama,
O conselho nosso de cada dia,
Dá-nos hoje,
Perdoa os nossos devaneios,
Assim como nós perdoamos os nossos devanedores,
Não nos deixe cair em sedução,
Mas, livra-nos do estresse e da esquizofrenia,
Pois, sua é a psicologia,
A psicanálise,
A terapia,
Amém!
Isto posto, tomo em minha destra um liquidificador da marca [Arno], mas poderia ser de outra marca qualquer...
Inicio o ritual.
Parto de uma colher de chá bem cheio da essência da psicologia contida em Sigmund Freud adiciona duas colheres de sopa bem medidas do espírito criativo de Emile Durkheim, junto três pitadinhas da filosofia acurada de Karl Marx, um copo eivado e bem medido das idéias de Max Weber, dosagem de sal ou açúcar a gosto, necessitando, apenas, que se decida entre qualquer um dos dois sabores.
Aponho, um a um, os ingredientes na bacia intangível do dia-a-dia, misturo bem e separadamente, primeiro a colherzinha de chá da essência de Sigmund Freud com as duas colheres de sopa da criatividade de Emile Durkheim, em segunda instância junto as pitadinhas da filosofia de de Karl Marx, e, novamente, procedo à mistura, agora dos três ingredientes até que Sigmund Freud, Emile Durkheim e Karl Marx propiciem uma mistura espessa e homogênea, por último, insero o copo cheio e bem medido das idéias de Max Weber, escolhor o sabor e o aroma que desejo, se salgado ou se doce, se baunilha ou chocolate, anexando, para tanto a dosagem requerida, e, depois tomo a decisão de, juntos todos os ingredientes, levar a mistura homogeneizada à uma Batedeira Wallita da existência para deixar bater por vinte minutos e descansar por quatro anos consecutivos nos bancos acadêmicos de uma Universidade qualquer, ou se preferir, uma Faculdade... - e daí...
Levo ao forno pré-aquecido de um Dako por, pelo menos, um ano, e...
Pronto!
Eis aqui um Psicólogo!
O prato preparado a longo tempo, servirá, com toda a certeza, a mil, mil e quinhentas, duas mil, cinco, sete, dez mil almas doentes da psique, e, se bem acondicionado, não em uma Brastemp qualquer, mas, nos escaninhos da mente, pode-se consumir no decurso da eternidade.
No entanto, faço uma advertência...
De nada vale o seguir dessa receita, pois, não é necessário ser um expert no assunto, dominar a culinária, fazer suflês de estresses, ou, tortas de depressão, pois ser Psicólogo, na certa, exige muito mais; requer o talento e a dedicação que, diga-se de passagem, é muito mais do que uma mistura dos ensinamentos adquiridos no estudo da cátedra.
A segunda pergunta crucial é:... - Como será que nascem os Psicólogos?
Por oportuno, será possível transformar um aficionado na ajuda aos seus semelhantes em um Psicólogo no sentido pleno da palavra?
Na verdade, assevero como ser cônscio e pensante, não se ensina a ser Psicólogo nas Universidades.
Claro está que, todo aquele que ingressa nessa cátedra já deve ter, em si mesmo, a lucerna da Psicologia e os fótons da dedicação porque na grade curricular não estão contidas estas disciplinas e não se garante nem a bactéria que cria no âmago um verdadeiro profissional da área e nem o verme supremo da dedicação.
Portanto, sem a garantia da proliferação tanto das bactérias do estado psicológico quanto dos vermes do amor a arte de cuidar da vida; eles devem estar latentes na alma do futuro médico da id alheia.
No entanto, à primeira aula comparecem ninguém mais, ninguém menos do que um óvulo e trezentos milhões de espermatozóides; o óvulo é automaticamente aprovado, mas, dos espermatozóides, apenas um, passa no vestibular da vida, matricula-se na [Universidade Trompa de Gabrielle Falópio], e, paralelamente, se define no estudo profícuo no Endométrio e na Placenta para graduar-se, em tempos pósteros, nas Universidades tanto tangíveis de quaisquer cidades quanto intangíveis de sua própria consciência.
Tudo se inicia no ovo... - [no estágio unicelular.].
Daí que, duas, quatro, oito, dezesseis, trinta e dois, sessenta e quatro, cento e vinte e oito, duzentos e cinqüenta e seis, quinhentos e doze, mil e vinte e quatro, dois mil e quarenta e oito, quatro mil e noventa e seis, oito mil, cento e noventa e dois, dezesseis mil, trezentos e oitenta e quatro, trinta e dois mil, setecentos e sessenta e oito, sessenta e três mil, quinhentos e trinta e seis, cento e trinta e um mil e setenta e dois, duzentos e sessenta e dois mil, cento e quarenta e quatro, quinhentos e vinte e quatro mil, duzentos e oitenta e oito, um milhão, quarenta e oito mil, quinhentos e setenta e seis... - dez trilhões de células, duzentos e setenta e cinco dias, onze lunações da gestação... - pronto; eis aí um psicólogo sazonado no laboratório da existência mediante as seis mil, seiscentas horas no exílio natural do Curso Intra-uterino... - está escrito em Plutão!
Demais disso, conservado à temperatura de duzentos e setenta graus Celsius negativos, errante entre quatro e sete bilhões e meio de quilômetros lineares de afastamento do Sol, quase quarenta trilhões de quilômetros circulares de marcha incessante dentro da própria elipse, das crateras plutônicas emergem, certamente, um psicólogo porque lá ele está latente e, na Terra, se encontra patente... – porque está escrito em Plutão; é isso aí.

"A DESTRUICAO DA HUMANIDADE".


Não me lembro bem do dia, mas creio que era um 1º de novembro qualquer da historicidade humana, na minha perpetua eternidade.
O satélite natural do planeta Terra chamado Luz derrama o seu orvalho, não da cor da prata, mas azulado sobre a minha cabeça, pois é a segunda lua-cheia dentro do mesmo mês; a primeira aos quatro dias e a segunda aos trinta e um dias do mês de outubro, quando o céu límpido, sem nuvens, salpicado de pontinhos coloridos, uns azuis, outros verdes, alguns amarelos, poucos vermelhos, multicores... - algo de notável vai ocorrer.
A princípio é um corpo em grandes giros que se desloca a uma fantástica velocidade, parece que vai aterrissar no solo terrestre, o que será?
De fato, o engenho se assenta sobre quatro espécies de estribos, e, de lá, me sai um homem de olhar penetrante, transmitindo força, poder, o que mais?
Não sei!
Para em minha frente e diz:... - [Faz para ti uma arca. Quando a tiveres terminado, me diga. Não me verás, mas, contudo, eu te ouvirei. Entrarás na arca tu e a tua mulher. Chamarás dois casais de cada animal dos quais não te alimentas e sete casais dos animais que servem para a tua alimentação. Depois disso, eu abrirei as comportas dos céus e farei cair sobre o Terra; um dilúvio.].
Dito isso, o homem se vai...
Penso; dilúvio!
O que é um dilúvio?
Como se dará o ta l dilúvio?
Afinal, a espessa camada de “nimbus albus, de cirrus e de toda a sorte de nuvens ameaçadoras que vestiam, no passado distante, o Terra; já não existem mais”. O planetoide Capela não como se chocar, novamente, com o planeta para provocar a separação da Pangeia e, conseqüentemente, a formação da Europa, da Ásia, da África, das Américas e da Oceania mediante uma nova e inolvidável hecatombe, e, desse modo, deflagrar a era da crassa transição, e, subsequentemente, propiciar o holocausto da humanidade através do dilúvio.
Não sei o que é um dilúvio, mas decido... - vou obedecer!
Inicio a seleção das madeiras que serão necessárias, armazeno o betume que se faz importante no trabalho de montagem do engenho e, nisso, eu consumo alguns milênios, uma faina de séculos, uma infinidade de meses, uma imensidão de dias. Trabalho por infindáveis horas e me esmero nessa bandeira de luta.
Por diversas vezes orei:
[Primeira e segunda guerras mundiais que estão entre nós],
Amaldiçoados sejam os vossos nomes,
Sucumba ante nós o vosso domínio,
Não seja feita a vossa vontade,
Assim no Terra, como no ar ou no mar,
As granadas, os fuzis, e, as metralhadoras nossas de cada dia, destruamos,
Perdoa a nossa usura e a nossa ambição,
Assim como nós perdoamos a usura e a ambição daqueles que tem nos espoliado diante da guerra,
Não nos deixe declarar guerra ao nosso semelhante,
Mas, cessemos com a guerra,
Porque o conflito não nos leva a nada,
Pois teu é o inferno,
A aniquilação, e,
A morte,
Amem!
Impotente, após me submeter a uma bateria de exames médicos e psicológicos, e, paralelamente, a uma bateria de explicativos, convencer à Julius Caesar, sofrer o desinteresse de Marcus Pontius Pilatus, o expor à Alexandre VI, conseguir parcos recursos com D. Manuel, Rei de Portugal e Algarves, e com Fernán de Aragones, enfrentar o descrédito de René Descartes e de Galileu Galilei, ser achincalhado por ninguém mais, ninguém menos do que Isaac Newton, ser ridicularizado por Isaac Azimov, ser desdenhado por Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourboum, o popular D. Pedro, me submeter à psicanálise de Freud e, em tempos recentes, despender numerários para a concessão de um Alvará de Funcionamento, Registro de Patente, Abertura de uma Empresa do Ramo, contratação de um quadro de empregados, pagamento da Contribuição Previdenciária, do pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, PIS / PASEP e demais encargos trabalhistas... - não se pare por aqui!
As idas e as vindas aos Ministérios envolvidos na questão, as entrevistas com o Presidente, com os Ministros, os Secretários, os Prefeitos em geral, o ato de informar mediante relatório sobre o impacto ambiental e tudo mais; o árduo trabalho de construção da arca está terminado.
Demais disso, sento à frente de um computador da marca LG, entro na Internet e contato o email –
elohimdeuses@elohimceuseternidadeceus.com e escrevo:
Re: ordem
Senhor Deus, felizmente, após alguns milênios de profícuo trabalho, a arca está terminada. Assim, gostaria de saber quando o Senhor vai mandar o dilúvio?
Seu servo...
Iosef Remera Ekte
Não demora mais do que três horas e recebo, em meu e.mail yosephyomshyshy@bol.com.br uma mensagem em resposta:
Servo meu!
Obrigado pela sua fidelidade e interesse à minha ordenação, mas estou pensando em não mais destruir a humanidade. O que você entende disso?
Ora, que dizer:... – O Senhor é soberano!
Recoloco com toda a minha convicção...
Isso ai!

"SOPHIA LOREN... - LA BELLA DONNA ANCHE SE LEI ABBIA SETTANTA DUE ANNI DI ETÁ".


A vigilia di completare settante due anni, la attrice italiana [Sophia Loren continua uma bella donna comme parlarino tutti compatriotta suo].
Io considerari insoportabile bella i è sufficiente avvista a lei di presso in comprovari la tese.

I la Loren che há specchio dentro a residenza segue usando la bellezza a auspici sua.

Per questo a l’ultima settimana di il mese di luglio causò furor ela notizia di ché lei poserebbe in calendário [Pirelli] anno 2007, pubblicazione famosa per portare beltà di il mondo artistico i di la moda in fotografia sensuales.

L’informazione divulgata per la rivista italiana [Gente] presto andò conformata per l’attrice, tuttavia com la confermazione veni il mormorio in prima, Ché Sophia Loren avrebbe inciampato fare uno nudo artístico vestendo, soltanto, uno pari di orecchino di diamantes, piu dopotutto il segretario suo, senza molta pacienza con l’informaziones, parlò Ché no è vero la storia di nudo i giurò che cleinet sua sarebbe fotografia con uno vestito di notte di l’amico Giorgio Armani.
No sola ma anche, in finale, per il quattro anagolo di mondo, nient’altro è una fotografia di retroscena in ché ella aparisce in la letto di sottoveste nera i coprita per uno lenzuolo.

Sophia che giá aveva stato sondata per la rivista [Playboy] no há molto tempo i declinato di invito parla a chicchessia che è felice com l‘esperienza di il calendario.

Tuttavia, poço a poco il fatto si torno pubblico, ma Sophia Loren era in Venezia, in Itália i no confirmò il nuovo lavoro i era la invitata di la famiglia italiana [Apponte], padrona dei uma flotta di naviglios i di quale l’attrice è amica personale há molto tempo. Ma una vece, ella era madrina di uno naviglio di il casata.

Per parlare in questo, Sophia pare essere si specificato in uno nuova fase di la vida l adi madrina in inauguraziones.

Io riconordo che in apertura de um shopping in la cittá di São Sebastião do Rio de janeiro, há almeno sei anno, ella appuntò presenze sua.

Al ritornare a Venezia, ma specificamente a bordo di naviglio, ella conversó com uma reppresentante di stampa internazionale ávida per scambiare almeno cinque od sei parábolas, ma repentinamente, pareva estenuata con la maratona di intervista però l’appunto no fu sufficiente per rimuovere suo buono umore.

Usando biancheria con tutta eleganza, inseparabile occhiali, Sophia Loren era lontano di immagine di pedina che diventò eterno in cinema italiano, in pellicola comme la bella [Uno giorno molto speciale], di Ettore Scola od [Due feminas], di Vitório De Sicca i con questo guadagnò uno Oscar.

A prima vista, no resterebe fuori di mano quella contestazione... – [ché cosi succede con te per sostentare in questo modo tanto bella].

Sophia Loren sorretti, I, parlò... – [segretto mio è!].

18 julho, 2008

"Graduando-se em santidade eis a questão!".


Não sei explicar como, mas, um dia, cansado de tudo, resolvi a qualquer custo que haveria de me tornar um santo, talvez, um santarrão.

A questão crucial que me dilapidava, de uma só vez, todos os meus neurônios era:... – de que forma?... – Haveria um curso para isso?... – Alguma Instituição que me ajudasse?... – Essas perguntas invadiam o meu cérebro e, como verdadeiros meteoritos, me impediam até mesmo de raciocinar.

Permaneci assim por longos dias até que, iluminado não sei bem o porquê, consegui encontrar a solução.

Corri na cozinha, tomei uma bacia, dessas de plástico, coloquei cento e oitenta gramas de farinha de trigo הּפּיּכֿ -Caifás, duzentos e trinta de farinha de milho הּנּאָ - Anás, trezentos e cinqüenta gramas de araruta הּמּסּ - Semes, quatrocentos e noventa gramas de fermento biológico ךּיּתּוֹדּ - Dotaim, duzentos e vinte mililitros de suco de abacaxi הּיּולּ - Levi, cento e cinqüenta gramas de margarina Marcus Pontius Pilatus, cento e vinte gramas de fermento em pó Judas Iscariotes, duas colheres de sopa de essência הּטּסּגּ - Gestas, um copo e meio de conservante הּמּיּדּ - Dimas, oitenta gramas de estabilizante הּוֹתּדּוֹכֿיּנּ - Nicodemos, setenta e cinco gramas de acidulante הּאָיּתּמּיּרּאָלּ ףּסּוֹיּ - José de Arimatéia, dois cálices de sinceridade הּלּגּתּלּןאּיּרּיּמּ - Maria de Magdala, e, para finalizar, meio litro de estabilizante ףּסּוֹיּרּבֿ הּאָוּשׁיּ - Jesus, filho de José. Juntei todos os ingredientes, bati à mão por vinte e cinco minutos, untei uma forma, coloquei a massa e levei aos forno religião.

Demais disso, passei a ler sobre Teologia, pelo menos, duas horas por dia, almejei tornar-me um santarrão, esqueci-me de que, na sua oração sacerdotal, Jesus pediu à Deus:... – [Pai, eu peço não para que os tire do mundo, mas para que os livre do mal], e, abracei o legalismo pregado pelas igrejas desejosas de transformar o fiel em verdadeira marionete. Fiz, literalmente, uma lavagem cerebral, tirei de lá, do meu cérebro, todos os conceitos e princípios que como ser humano que sou, eu necessito para viver.

Passei a desprezar todos os aparelhos eletrodomésticos que Deus permitira ao homem criar para que tivesse uma vida mais confortável, e, esqueci-me de que o apóstolo Paulo disse:... – [Tudo me é lícito mas nem tudo me convém] ou seja entreguei a decisão de julgar o que me serve à doutrina da igreja e ao julgamento dos seus dirigentes, e, nesse caso, me transformei em uma marionete.

Cheguei a ponto de acreditar que o crente que fica doente está em pecado, como pregava o dirigente de minha denominação, mas, na realidade, eu mesmo não sabia o que era pecado porque como disse... – parece que fiz uma lavagem cerebral e, nessas condições, entendia de forma literal a questão da [... a letra mata e o espírito da vida]; é o que me diziam...

Como eu poderia entender que Paulo dizia aos Fariseus:... – [Olha vocês são fariseus como eu sou. Para ser um Fariseu é obrigatório ser um advogado. Como advogado vocês querem impor pela lei. Que tal se ao invés de impor, vocês passarem a ouvir... – a letra está matando vocês.].

Bem, diante disso e mais um leque de legalismos os quais segui durante toda a vida, chego, hoje, a triste conclusão:... – Continuo tão pecador quanto todos porque, ao me deixar dominar pelo legalismo das instituições religiosas, simplesmente, joguei de lado todos os ensinamentos da maior personalidade da historicidade humana e, evidentemente, segui, apenas, os conceitos, os preconceitos e a doutrina dos homens... – esqueci-me de seguir à Deus.

Isso aí!

Sobre sol e anoitecer