05 novembro, 2023

31 outubro, 2023

Peripécias de minha infância


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A 1ª edição de "Peripécias de minha infância" esgotou em 2018. E só agora foi possível fazer uma 2ª edição, revista, atualizada e com novas ilustrações, criadas pelo João Pinheiro.
Essa edição tá linda!


 

24 outubro, 2023

Sobre método de estudo.

"Era difícil aprender a lição de português com as cabeças de serpentes dando picadas na parede de seu estômago. Nesses tempos comia pedaços de borracha para apagar a fome". Sacolinha.

(Do conto “Foi Ariano quem fez os caracóis chorarem")


 

03 outubro, 2023

Livro infantil



 

Sinopse: Laura tem 6 anos. É inquieta e cheia de energia. Desde os 3 anos já soltou muitas pérolas. Não se satisfaz com pouca coisa e a intensidade está bastante presente em sua vida. Taurina até os ossos, ela abre a dispensa de sua casa e, diante das prateleiras cheias de comida, é capaz de afirmar: Não tem nada pra comer!

Quase sempre tá entediada, mesmo com os brinquedos para recolher do chão, com o quarto para arrumar e as dezenas de tarefas domésticas que seus pais propõem.

Será que ela é única ou nesse mundo tem mais alguém igual a Laura?

16 janeiro, 2022

 

Mãe solteira

 

O fato de eu ser mãe solteira

Não significa que estou disponível

Como um produto descartável

Sem valor e de baixo nível

Sem nada para oferecer

Ficar com quem aparecer

Um ser sem sentimentos e insensível.

 

Meus filhos não diminuem o meu valor

Nem tão pouco supre a minha carência

De amar e ser amada como mulher

Sem sofrer preconceito ou violência

Ser mãe solteira não me tira o direito

De ser feliz por causa do preconceito

De gente que não tem consciência

 

Ser mãe solteira não me faz menos mulher

Independente se você aceite ou não

Tenho direito de amar e ser amada

De ter desejos e despertar paixão

Sou mãe, sou mulher e sou livre

E não tem preconceito que me prive

De  ser feliz em qualquer ocasião

 

Ficar em casa não me faz me tornar santa

Nem vadia pelo fato  de sair

Ao contrário sou livre para ser feliz

Curtir a vida como eu quiser curtir

Sentir desejos, amor,  paixão

Mas como mulher quando eu falar não

Não é não, não adianta insistir

 

Francis Gomes

 

Estrias

 

Estrias

 

É um poema que o tempo escreve em braile

Para revelar mistérios e segredos em detalhe

Escritos no corpo de uma mulher

Suas lutas, vitórias, suas glórias e dores

Suas paixões vividas e seus amores

Porem poucos leitores sabem ler

 

Não tem  sensibilidade nas mãos

Desatento, inexperiente, não tem noção

Não sabe o verdadeiro significado

Que um poema assim tão bonito

Leva tempo para ser escrito

Por isso ele precisa ser tatuado

 

São tantos mistérios que descreve

Que não é qualquer poeta que escreve

Um poema com tamanha maestria

Só o tempo com sua sabedoria completa

E Deus o grande poeta dos poetas

Para escrever tal poema em forma de estria.

 

 

Francis Gomes

Sobre seres humanos!

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