31 agosto, 2006

Francis

Filhos audaciosos

Como se foras um profeta
Assim falou um poeta:
Avante, avante Suzano...
E nestes versos discretos
Descrevo sonhos concretos
Após cinqüenta e seis anos,

Como soubesse o destino
Descreveu em nosso hino,
Esta frase gloriosa...
E da estação piedade,
Tornou-se nossa cidade
Esta pátria grandiosa!

De filhos audaciosos
Guerreiros vitoriosos
Como a família Brandão,
Que a Heráldica brasileira
Pereniza em nossa Bandeira
Suas armarias no Brasão

Filhos que não fulgiram a luta
Entraram numa disputa
Enfrentando as milícias,
Para fazer deste torrão,
Orgulho de uma nação,
Princesa entre as províncias.

Como aves de rapinas
Que voam sobre as colinas
Sem ter medo do escuro,
Os teus filhos arrojados!
Nos orgulha do passado
E nos dar força pra o futuro

Sempre firmes e jubilantes,
Como uma marcha de cadências vibrantes,
Os teus filhos defenderam esta terra,
Homens que a história eterniza,
Filhos que a mãe parabeniza
Como verdadeiros heróis de guerra

Vitoriosos desde o inicio,
Fez da glória o seu princípio,
Este povo triunfante,
Como a ave que gorjeia
Bem falou José Gouvêa,
Suzano, Suzano avante...

Francis Gomes



Alessandra

Sua essência
Verdades e sonhos
Poesia!!!
Desequilibrando...
Minha atmosfera,
Meu corpo e alma!

Alessandra Araújo

Sérgio Vaz

Aristeu, otorrino

Ari era dono de uma boca pequena
E de um olho bem grande.
Zeca era dono de uma boca grande
Falava pelos cotovelos,
Mas não ouvia direito.
Então Ari
Meteu-lhe uma pernada
bem no meio da cara.
Sem dentes pra cuspir
Zeca perdeu a cabeça.
Agora, com duas bocas
Ari trata melhor o nariz alheio.

Sérgio Vaz
poeta da periferia

Quer chegar mais perto?
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=267635

29 agosto, 2006

Livrarias


Onde encontrar o livro 85 Letras e um Disparo do autor Sacolinha?

Livraria Cultura

São Paulo
Conjunto Nacional
Tel: (11) 3170-4033

São Paulo
Shopping Villa Lobos
Tel: (11) 3024-3599

São Paulo
Market Place Shopping Center
Tel: (11) 3474-4033

Porto Alegre
Bourbon Shopping Country
Tel: (51) 3028-4033

Recife
Paço Alfândega
Tel: (81) 2102-4033

Brasília
CasaPark Shopping Center
Tel: (61) 3410-4033

Próximo evento

Itaú Cultural
convida
Itaú Cultural discute a ficção científica brasileira
Especialistas falam sobre a produção do gênero literário no país e sua relação com a realidade
Sala Itaú Cultural (250 pessoas) - Av. Paulista, 149 - São Paulo/SP.
dia 02 de setembro, a partir das 10h30.
entrada franca - não é necessário inscrição antecipada.
confira programação completa nessa mensagem ou no www.itaucultural.org.br
No próximo dia 2 de setembro, sábado, das 10h30 às 19h, o Itaú Cultural promove o encontro Invisibilidade, reunindo autores, editores e críticos para tratar de um gênero literário que sofre de uma crise de identidade no Brasil, a literatura fantástica, especulativa, ou, em termos mais conhecidos, a ficção científica produzida no país.
No período de 1958 a 1976, aproximadamente, o gênero foi objeto de um intenso debate no meio cultural brasileiro, mas acabou por ser considerado apenas mais um produto da indústria cultural de massa, sem qualquer outra relação com a realidade do nosso país.
Esse cenário vem mudando desde o início do século 21 - época, aliás, que um dia serviu de ambientação para histórias futuristas - com o lançamento de livros que afirmam existir uma ficção científica brasileira já há algum tempo, e que ela pode funcionar muito bem como um instrumento de compreensão das peculiaridades do pensamento nacional. Foram duas publicações que mais contribuíram para essa mudança: Viagens às Letras do Futuro, de Francisco Alberto Skorupa (2002), e Ficção Científica Brasileira, de M. Elizabeth Ginway (2004).
No ano de 2006, a presença do astronauta brasileiro Marcos Pontes em uma missão na Estação Espacial Internacional fez muito para mudar o cansado truísmo de que ficção científica não é coisa de brasileiro.
Mas afinal, o futuro da ficção científica brasileira chegou com o século 21 ou perdemos esse foguete da história? O Itaú Cultural abre a oportunidade de manter “a peteca no ar”, com uma roda de debates em torno do assunto, sob a consultoria do ficcionista científico Roberto Causo, eleito Personalidade do Ano de 2004 pelo Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica.
Programação
Sábado, 2 de setembro
10h30 - O silêncio e a marginalização da Ficção Científica Brasileira
A situação do gênero literário no meio acadêmico nacional; as dificuldades editoriais de se promovê-lo; a qualidade do enfoque dado pelo jornalismo cultural.
Debatedores
Dorva Rezende (editor dos cadernos de Variedades e Cultura do Diário Catarinense de Florianópolis/SC),
Marcello Simão Branco (editor do Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica)
Maria Elisa Cevasco (professora titular do Departamento de Letras Modernas da FFLCH/USP)
  • mediação de Roberto Causo, editor, ilustrador, ensaísta e ficcionista, consultor do Itaú Cultural para esse evento.
14h30 - A Ficção Científica do Brasil e a Relação do Brasileiro com a Ciência e a Tecnologia
Os problemas na difusão da ciência e da tecnologia como elementos estratégicos de desenvolvimento; a ciência brasileira, a ciência internacional e a ciência local na ficção científica brasileira.
Debatedores
Antonio Luiz M. C. Costa (engenheiro, filosofo e colaborador da revista Carta Capital)
Francisco Alberto Skorupa (historiador e autor do primeiro livro sobre ficção científica brasileira, Viagem às Letras do Futuro)
Gerson Lodi-Ribeiro (astrônomo e autor de vários títulos de ficção científica).
  • Mediação de Claudiney Ferreira, jornalista e gerente do Núcleo Diálogos do Itaú Cultural, área responsável pelo encontro.
17h30 - A Ficção Científica como Expressão Artística
As diferenças entre a ficção científica na literatura e em meios ditos mais populares como os quadrinhos e o cinema; a presença do gênero na poesia, no teatro e nas mídias digitais.
Debatedores
Alfredo Suppia (jornalista científico especializado em literatura, cineasta amador e doutorando em Multimeios)
Silvio Alexandre Ferreira Neto (editor e pesquisador, organizador do prêmio HQMix).
  • mediação de Guilherme Kujawski, autor de ficção científica e editor da revista eletrônica Cibercultura do Itaú Cultural.
Serviço
Invisibilidade
Encontro de Ficção Científica Brasileira
Sábado, 2 de setembro, a partir das 10h30 no Itaú Cultural
Sala Itaú Cultural (250 lugares). Entrada franca.
Av. Paulista 149 – térreo
Fone 11.2168.1777
atendimento@itaucultural.org.br

27 agosto, 2006

Francis Gomes

Meu Brasil

Sou um cidadão comum
Como muitos, infeliz!
Também não sou um poeta
O pessoal é que diz
Mas por viver revoltado
Com o peito machucado
Vou falar do meu país

Nunca vi país tão rico
Quanto a pátria Brasileira
Faz pena muitos políticos
Só sabem fazer besteira
Por isso nosso lugar
Quem vive a trabalhar
É cachorro sem coleira

Meu Brasil, eu te pergunto:
De todo meu coração
Sobre esta tua lei
Chamada constituição,
Que só dar direito aos ricos
Como se não existisse
Pobre em tua nação

Estes teus representantes
São pessoas muito rudes
Ouvem mas não entendem
Minhas palavras são mudas
Por isso que teu progresso
Está sempre em regresso
É sempre o mesmo e não muda

Meu Brasil porque será?
Que você é deste jeito
Tudo existe de bom
Só os ricos tem direito
A um tratamento nobre,
Enquanto trata teus pobres
Sem carinho sem respeito.

Meu Brasil, ver se acorda!
Enfrenta a realidade
Os pobres também precisam
Viver com felicidade
Ver se muda e transforma,
Tuas leis em uma norma
Que sirva a comunidade

Desperta pátria criança
De céu azul como anil
Acorda pequeno jovem
De coração varonil
Mostra que é guerreiro
Vem defender seus direitos
Nas ruas do meu Brasil

Esquece que você é,
Uma pessoa gentil
Vem mostrar para o mundo
A tua face hostil
Vem proclamar a verdade
Desmascarar os covardes
Políticos do meu Brasil

Meu Brasil peço desculpa;
Por falar de te ruim
Sei que você não tem culpa
De tudo que fazem a mim
Mas os teus representantes
Teus políticos ignorantes
Fazem-me pensar assim.


Francis Gomes!

Paulo Pereira

Não te amo

Não, eu não te amo.
E não há como amar.
Somos dois loucos,
Temperamentais de um tempo que não veio.
Inversos de versos que nunca poderão ser escritos.
Não, não me beijes,
Não há razão para gastar salivas e entendimentos.
O tempo se foi e eu me fui de mim mesmo sem levar-te...
Não, eu não te amo.
Talvez nunca tenha amado.
E não chores, nem me deixes chorar.
Eu só quero sorrir.
Não mande o carteiro,
Nem o curandeiro,
Nem o advogado,
Nem o feiticeiro.
Mande-me apenas o mensageiro,
e um ponto final numa folha de papel.

Paulo Pereira

25 agosto, 2006

Sérgio Vaz

Um Dia
(para Jeferson De)

Um dia
O menino não tem
o que comer, é faminto.
Noutro, não tem
onde morar, é de rua.
Outro dia lhe falta família, é órfão.
Adiante
trabalha numa usina
de carvão, é escravo.
Agora pouco,
com revólver na mão,
era príncipe
pé na bola, rei.
Um dia inteiro
de uma vida
Cabe dentro da eternidade
do menino.
Num dia
nasce
vive
e morre.
Depois vira filme,
Nas mãos
de um outro menino
Que o socorre.

Sérgio Vaz

Vem aí, Colecionador de Pedras, 20 anos de poesia!

Amanhã

O AUTOR NA PRAÇA


Apresenta

Osvaldinho da Cuíca apresentando seu novo CD

&

Maria Apparecida Urbano com o livro Sampa, Samba, Sambista – Osvaldinho da Cuíca

O Autor na Praça recebe Osvaldinho da Cuíca, apresentando seu novo CD Osvaldinho da Cuíca Convida – Em referência ao samba paulista, selo Rio 8 Fonográfico. Contaremos também com a presença da historiadora Maria Apparecida Urbano, autografando os livros Sampa, Samba, Sambista – Osvaldinho da Cuíca e Carnaval & Samba em evolução na cidade de São Paulo. Na ocasião, Osvaldinho apresentará algumas músicas do novo CD, além de contar algumas histórias do samba paulista e brasileiro. Participa do evento o cartunista Junior Lopes realizando caricaturas. Informação sobre os convidados, o CD e os livros abaixo. Mais sobre Osvaldinho, no sítio oficial: www.uol.com.br/osvaldinhodacuica


SERVIÇO:

O Autor na Praça apresenta Osvaldinho da Cuíca & Maria Apparecida Urbano

Dia 26 de agosto, sábado, 15h (A apresentação musical acontece as 17h15)

Espaço Plínio Marcos - Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros - SP

Informações: Edson Lima - Tel. 3085 1502 / 9586 5577 –

oautornapraca@oautornapraca.com.br

21 agosto, 2006

Produção total

Pro Brasil é o cumo
O preto que se assume
Dificultam e apruma
E o gueto nos resume
Vidas que afuma
Sistema que nos cobre e abruma
Pro preto é um crime
esse Brasil que some cheio de brio rume
o que é seu de direito tome
agora vai ser assim
preto que se assume
brasil que some
de a nós o que é nosso
ou o pau-come
Akins, Cidade Tiradentes
Restos de Vida
17/08/2006
Vou pincelando a dor
Nestas palavras mudas
Que consomem meu corpo e alma
Que me veste desde quando nasci.
No resto dos dias
Nas noites escuras
Não enxergo luz!!!
Mendigos e vazios,
...Sonhos...
Na efervescência dos meus atos
Busco uma paz que desconheço
No abismo profundo.
Da cor da dor já sei
A dor de ser só.
Vou tecendo rugas em minha face
Nos lábios fechado
Calo minha voz.
Minha boca sangra poemas
Fragmentos de palavras
Nas espumas do esquecimento
Num silêncio vazio
Num tempo perdido
Restos do Nada!!!
Alessandra Cezarini.

19 agosto, 2006

Debate-Papo

Trocando Idéias
23/8 – 20h


Neste mês, com o apoio da Secretaria de Cultura de Suzano, a Associação Cultural Literatura no Brasil lança o projeto “Trocando Idéias”, que consiste na análise e discussão de obras e autores literários. Para dar início ao projeto, os integrantes da associação farão um debate sobre o livro “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos.
Facilitadora: Maria Varjão, professora


Local: Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi

Rua Benjamin Constant, 682 - Cenro - Suzano - S.P
GRATUITO

+ Poesias

O pronome nós

Eu, eu sou eu.
Eu sou eu aqui,
Sou eu ali, acular,
Sou eu em qualquer lugar.
Você é você.
Vocês são vocês.
Eles são eles.
Mas eu sou eu. Eu faço,
Eu vou; eu farei, eu irei. Sozinho.
Quem é, nós?
Alguém conhece, nós?
Eu não conheço e nem quero conhecer.
Era assim que eu pensava antes de te encontrar.
Mas eu te encontrei.
Ou melhor, eu encontrei você.
Filha deles. Você que eu conhecia, mas de longe.
Porque eu sempre fui eu. Você; você era você.
Agora você esta perto, e o você não mais existe.
Eu também não sou mais eu,
Eles continuam sendo eles,
Mas agora eu e você somos nós.
Eu não farei mais,
Mas nós faremos,
Não irei mais sozinho,
Iremos junto a qualquer lugar.
Juntos faremos qualquer coisa,
Juntos seremos felizes.
E te encontrando aprendi:
É muito melhor sermos nós
Que ser eu e você.
Eles são felizes,
Mas eu não sou feliz,
E você também não,
Mas nós somos felizes,
Como demorei para conhecer o pronome: Nós.
Mas o conheci.
Nunca mais serei eu e você será você.
Mas para sempre, seremos nós.
Para todo sempre eu e você seremos Nós.

Francis Gomes


________________________________

Contrariando a Lógica ou Estamos Juntos
para Tânia...

Contra tudo
Contra todos
Contra nós mesmos,
Estamos juntos.

Das pedras que nos atiraram
E atiramos
Construímos nosso castelo,
Fortificamos a nossa fortaleza.

Algumas vezes, erramos na medida
Misturando muito mais terra,
Do que areia e cimento
Mas, estamos juntos.

Na união dos desacordos,
Na junção da traição e da mentira,
Transbordou o perdão
E nosso caldeirão exala,
De sua poção, cheia,
Cheiros de confiança,
Respingos de ternura,
Amor e ousadia

Dos vários fins,
Tivemos um novo início.
Da destruição e do caos
Permitimos um novo começo.

Estamos juntos.
Contrariando a lógica,
Um mais um não são dois.

Estamos juntos.
Amo Você.

Rodrigo Ciríaco

14 agosto, 2006

Fanzine nº 3

Já saiu a terceira edição do fanzine LiteraturaNossa, da Associação Cultural Literatura no Brasil.
Contos, poesias, crônicas, indicações, eventos, debates, entre outros.
Informações: (11) 4747-7059 / (11) 4744-7859

Nova poesia

os daqui, os de lá
Rodrigo Ciríaco


eu choro por aqui,
e pelo Líbano, Israel ou Bagdá
pois não vejo números ou mera estatística,
mas vejo o longo, penoso e doloroso
ceifar de vidas.

Não seria tão cruel se não pudesse ser evitado.
Não seria tão desumano se não pudesse ser rompido.

contam-se as lágrimas, contam-se os corpos,
contam-se as balas, contam-se as vitórias.
Vitórias?

Perdem-se as histórias.
Perdem-se as vidas.
Vidas! Vidas!! Vidas!!! Não canso de repetir:
Vidas!!! Que merecem ser bem vividas.

São Paulo amanhece, não é mais uma cidade
é um campo de batalha camuflado
onde a guerra é um sintoma
da nossa doença chamada Descaso,
Ignorância, Indiferença,
Miséria, Exploração.

Violência pela violência.

No Líbano eu não sei
se amanhece, se entardece,
O que vejo são fotos disparadas
Por máquinas deslocadas,
publicando a fumaça
Que encobre o que resta da cidade
E por trás de suas cortinas:
Crianças
Jovens
Adultos
Humanos.

Mortos. Cem Vidas. Duzentas, Quatrocentas,
Mil. Pessoas. Sem vidas.

eu nem sei os seus nomes.
Os daqui, os de lá.
E eu nunca poderei conhecê-los.

De São Paulo ao Líbano
o que me identifica são as mortes
e o meu coração.
Tenho vinte e cinco anos
e estas são as minhas primeiras guerras,
ao menos as que eu dedico
mais atenção.

E eu nem contei os mortos.
Os daqui, os de lá.
E eu nunca poderei fazê-lo.

13 agosto, 2006

85 Letras...

Livrarias que já estão comercializando o livro 85 Letras e um Disparo!
Nesta semana começa a chegar nas lojas do centro de São Paulo.
Caso queira adquirir o livro e ainda não chegou numa livraria perto de sua casa, é só encomendar com o dono da loja, o telefone da editora está abaixo.

Mogi das Cruzes - SP:

Espaço Cultural
Livraria, papelaria & revistaria.
Área de conveniência – da Universidade UMC
Av Cândido Xavier de Almeida e Souza – Centro Cívico – Mogi das Cruzes – SP
Fone: (011) 4726-2098

Livraria Entrelinhas.
Av. Francisco R. Filho, 1233
Mogilar – Mogi das Cruzes – SP
Dentro da Universidade Braz Cubas – Campus 1
Fone: (011) 4791-1671

Suzano – SP:

Nobel Mega Store Suzano Shopping
Rua Sete de Setembro 555 - loja 92/93 Suzano Shopping
Fone: (011) 4748-8854

Loja 1
Iacarujá jornais e revistas
Rua Benjamin Constant, nº 36
Centro – Suzano – SP
Fone: (011) 4747-2237

Loja 2
D'avó Hipermercado de Suzano - loja H10
Avenida Armando Sales de Oliveira, nº1200 – SP

Livraria Musicultural
Rua General Francisco Glicério nº 1001
Centro – Suzano – SP
Fone: (11) 4746-4420



EDITORA ILUSTRA

(011) 4747-3000
www.editorailustra.com.br
editorailustra@yahoo.com.br
ilustra@editorailustra.com.br

11 agosto, 2006

Mais Lançamento

Sarau de Lançamento do livro “85 Letras e um Disparo”

Um Sarau onde vários disparos poéticos serão distribuídos.

Com a presença de:
Allan da Rosa, Dinha, Alessandro Buzo, Elis Regina, Robson Canto, Periafricania, Versão Popular, Carlos Silva, Wesley Noog, o pessoal do Crusp, Literatura no Brasil, Márcio Barbosa, Oubi, Rodrigo Ciríaco e muito mais pessoas iluminadas.

Apresentação: Sérgio Vaz

Realização: Ação Educativa, Núcleo de Literatura Periférica e Editora Ilustra.

Valor do livro: R$ 14,90

Dia 15 de agosto às 19h30 na Ação Educativa
Rua General Jardim, 660 – Vila Buarque – Centro – S.P

* Pra quem vem do metrô Santa Cecília: Seguir pela Rua Dona Veridiana até a General Jardim.

* Pra quem vem do metrô República: Subir a Rua Marquês de Itú. A Rua General Jardim é paralela. Próximo à Santa Casa.

* Pra quem vem de ônibus: Um caminho bom é Rua da Consolação, descer no ponto da Rua Maria Antônia, entrar à direita na Rua Dr. Vila Nova, seguir até o fim e virar à esquerda.

Informações:
(11) 4747-3000
(11) 8325-2368

Agende-se

FLAP - Feira literária de Parati - RJDias 12 e 13 de agosto (sábado e domingo)
Local: na ruaParati - RJ

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

CAFÉ LITERÁRIO DE TABOÃO DA SERRA
RECITAL, LEITURAS DE TEXTOS, PROSA E INTERVENÇÕES LÍTERO-MUSICAIS.
APRESENTAÇÃO DO POETA SÉRGIO VAZ
Dia 14 de agosto (segunda-feira) 19:30hs
LOCAL: AUDITÓRIO DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
RUA ELZABETA LIPS, 166 TABOÃO DA SERRA- CENTRO
Inf. 4788.5300ENTRADA FRANCA
www.colecionadordepedras.blogspot.com

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

RITMO E POESIA Sarau de poesia urbana e debate
érgio Vaz e Toni C.dia 14 de agosto 21hs
ESPAÇO CULTURAL CPFL
Rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1.632 Chácara Primavera
Campinas - Inf. 8756.8000

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

SARAU DA COOPERIFA
Dia 16 de agosto 20hsLançamendo do CD MAMELUCO AFROBRASILEIRO, de Wésley Noog

09 agosto, 2006

Próximo Lançamento

SARAU DA COOPERIFA APRESENTA:

LANÇAMENTO DO LIVRO "85 LETRAS E UM DISPARO", DO ESCRITOR SACOLINHA

DIA 09 DE AGOSTO QUARTA-FEIRA A PARTIR DAS 20HS30 SÓ R$ 14,90

SARAU DA COOPERIFA
BAR DO ZÉ BATIDÃO
RUA BARTOLOMEU DOS SANTOS, 797
CHÁCARA SANTANA - ZONA SUL - SÃO PAULO

INFORMAÇÕES:
www.colecionadordepedras.blogspot.com

04 agosto, 2006

A Hora e a Vez...


Release do livro “85 Letras e um Disparo”

Em seu primeiro livro “Graduado em Marginalidade”, Sacolinha prendeu a atenção dos leitores da primeira à última página; notou-se que as pessoas tiveram uma grande surpresa no fim do romance. Com isso, o autor alcança um dos objetivos do bom artista, que é o de surpreender o seu público.
Em “85 Letras e um Disparo” não será diferente, pois neste livro, tudo pode acontecer; desde um escritor que viaja 240 km de trem para vender seus livros em bares, até uma prostituta que tem argumentos suficientes para provar que não é prostituta.
Durante a leitura deste livro de contos, nota-se que o autor tem uma escrita meticulosa, cheia de qualidade, por isso alertamos o leitor para que não leve um choque e nem caia na risada desesperadamente.
Mais uma vez Sacolinha nos surpreende em grande estilo, como tem que ser. Nada de demagogia, apenas literatura que sem dúvida terá lugar de destaque, como diz Moacyr Scliar no prefácio desta obra.

Trecho do prefácio
... “Ao tempo em que escrevo estas linhas há um grande debate no país sobre o documentário “Falcões – meninos do tráfico”, do rapper MV Bill e do produtor Celso Athaíde, que retrata a vida dos jovens nas favelas cariocas. Uma discussão semelhante já tinha ocorrido a propósito de “Cidade de Deus”, dirigido por Fernando Meirelles e baseado no livro de Paulo Lins. São indicações de que uma nova temática mobiliza o público brasileiro, a temática da marginalidade, da desigualdade social, da violência. Dentro desta temática, “85 Letras e um Disparo”, de Ademiro Alves, que todo mundo conhece como Sacolinha, sem dúvida terá lugar de destaque”.

Moacyr Scliar


Lançamentos do livro “85 Letras e um Disparo”

Centro Cultural de Suzano
Dia 08 de agosto (terça-feira) – 20h
Rua Benjamin Constant, 682
Centro – Suzano – S.P
Tel: (11) 4747-4180

Cooperifa
Dia 09 de agosto (quarta-feira) – 21h
Bar Zé BatidãoRua Bartolomeu dos Santos, 797 - Chácara Santana
Perto da igreja de Piraporinha / Zona Sul - São Paulo – SP
Tel: (11) 4139-7548

Ação Educativa
Sarau de Lançamento
Dia 15 de agosto (terça-feira) – 19h30
Rua General Jardim, 660 - CEP: 01223-010São Paulo - S.PTel: (11) 3151-2333 ramais 153, 165, 171

Adquira o seu exemplar na livraria mais próxima de sua casa, por apenas R$ 14,90!


Informações
(11) 4759-6097
(11) 8325-2368
Site:
www.editorailustra.com.br
E-mail: editorailustra@yahoo.com.br
E-mail: sacolagraduado@bol.com.br

Clique nos links abaixo e leia matérias sobre o livro:

http://moginews.temp.parent-server.net/home/outrasmaterias.asp?CategoriaID=6&MateriaID=75022

http://64.34.170.243/~diariode/noticiasd.php?cod=2787

http://www.atribunasuzanense.com.br/noticias.php?cod=692

Poesias e Poesias

Solitário Universo
Sentado diante a escuridão
eis o gosto salgado das lágrimas
Todas as ilusões se tornam claras
quando percebemos que na verdade
Estamos sós, diante a imensidão
do universo.
Everaldo Ferreira

AMAR

Amar é solução para todos os problemas
Cura para todas as doenças
Remédio pra qualquer mal estar!
Amar é alegria
É sair da melancolia
Sem ter ninguém pra te animar!
Amar é o maior dos prazeres
A mais profunda sensação
É o maior dos lazeres
Porque faz vibrar o coração!
Amar é a felicidade para o tristonho
Às vezes tristeza para o risonho
Mas traz muita beleza para o medonho...
Amar é ver a vida com outros olhos
É enxergar o que ninguém vê
Colorir o ambiente
E aprender que é muito bom viver!
Amar é razão
É a única missão
Pela qual viemos a nascer!

Rejane da Silva Barros

Desabafo

guerra preventiva
rodrigo ciríaco


o corpo jaz, sem vida
tombado inerte sobre o braço do pai.
sob o calor intenso,
o cabelo brilha como fogo intenso
o mesmo fogo submetido
ao menino que jaz, sem vida e
denuncia a estupidez e o absurdo
de nossas vidas.

como é possível existir tamanha insensibilidade?
como é possível aceitar tamanha insensatez?
como é possível permitir tamanha calamidade?

os homens e suas guerras estúpidas:
guerra santa, guerra justa,
guerra fria, guerra preventiva,
destroem templos sagrados,
quem dera intocados,
chamados crianças.
onde mais poderemos guardas
nossos sonhos e a esperança?
para qual futuro?

onde? me diz?
como sonhar?
como esperar uma vida feliz?

02 agosto, 2006

+ Lançamento

SARAU dos RESPINGOS

no Morro do Querosene
*
É com muitíssimo gosto que encaminho este convite
para o sarau de lançamento da 2ª edição de meu
livreto de poemas manuscritos:

RESPINGOS e CLAMORES

libreto do fundo do peito liberto- Silvio Diogo

Vai ser dia Três de agosto, 3/8, Quinta-feira, na Praça do Morro do Querosene, Butantã, às Vinte horas, 20h. Venham, venham! - pra compartilhar vida, poesia, música, danças e brincadeiras.
*
Onde: A Praça, que é onde as Festas do Boi acontecem, fica no cruzamento das ruas «doutor» Cícero de Alencar,«capitão» Paulo Carrilho, «capitão» FredericoPradel e «padre» Camilo. (Vejam se pode...)

Edições Toró

CHEGA, O CORPO

Nada piora, nada disso
piora. No lugar do corpo onde doeria,
os poros fecharam. Quem foi, poesia,
que o corpo mandou?
Mandou fechar o portão,
cansado de ficar lá
espiando o mecanismo próprio
de inventar futrica.
Inventa que não está,
copia a palavra estrela
e deita, não quer saber.
Joga alto quando se ri
dum anúncio de jazigo
no cemitério fulano.
Não se mandou correndo,
corpo franzino que era
quando mandaram correr.
Esperou todos saírem;
foi emburrando com todos.
E, da cortina, espreita
com os muitos olhos que têm.
O que tinha de piorar
ele não vê, não tem mais.
O corpo é a boca aberta.
Já disse tudo ao dizerque chega.

Silvio Diogo

Comunidade do Conto