Onde comprar o livro do escritor Sacolinha?
Mogi das Cruzes - SP
Espaço Cultural Livraria, Papelaria e Revistaria Área de Conveniência – UMC Universidade Mogi das Cruzes. Av. Cândido Xavier de Almeida e Souza - Centro Cívico - Mogi das Cruzes- SP
Fone: (011) 4726-2098
Livraria Entrelinhas (Universidade Braz Cubas - Campus I ) Av. Francisco R. Filho n° 1233 Mogilar – Mogi das Cruzes - SP
Fone: (011) 4791 – 1671
Livraria Patão Ltda – Mogi Shopping. Av. Vereador Narciso Yague Guimarães n.º 1.000 Bairro do Socorro - Mogi das Cruzes - SP
Fone: (011) 4799-8718
São Paulo - SP
Livraria Cultura S.A Av. Paulista n° 2073 Conjunto Nacional - São Paulo - SP
Fone: (011) 3170-4033 Fax: (011) 3285-4457 ou também adquirir o livro pelo site: www.livrariacultura.com.br
Metido a Sebo Livraria. Rua Dr. Vila Nova n.º 81 – Cj.11 Vila Buarque – São Paulo – SP
Fone: (011) 3331-3713 e 32233447
Revistaria e Livraria Futurista Av. Dr. Luiz Ayres n.º 1882 Artur Alvim - São Paulo – SP Em frente ao metrô Artur Alvim
Fone: (011) 6749-6011
Santo André - SP
Livraria Alpharrábio Rua Eduardo Monteiro n.º 151 Centro - Santo André - SP Próximo ao Paço Municipal
Fone: (011) 4438.4358
Nobel Mega Store - Shopping ABC Av. Pereira Barreto n.º 42 Vila Gilda – Santo André - SP
Fone: (011) 4979-5670
Suzano - SP
Nobel Mega Store - Suzano Shopping Rua Sete de Setembro n° 555 – Arco 92/93 Jardim Irai – Suzano - SP
Fone: (011) 4748-1603 Fax: (011) 4748-8854
Iacarujá Jornais e Revistas Rua Benjamin Constant n° 30 Centro - Suzano - SP
Fone: (011) 4748-4115 www.iacaruja.com.br
Iacarujá Jornais e Revistas –D’Avó Hipermercados. Av. Armando Sales de Oliveira n.º 1200 – Loja 10 Jardim Irai – Suzano - SP
Fone: (011) 4747-2237 www.iacaruja.com.br
Musicultural Ltda. Rua General Francisco Glicério n° 1001 Centro – Suzano - SP
Fone: (011) 4746-4420
30 outubro, 2006
26 outubro, 2006
Último do ano!

Último sarau erótico do ano será neste sábado (28/10)
(Por Marcos Cirillo)
Com recitais de poesias, performances, shows musicais e sorteios de kits eróticos, a Secretaria de Cultura de Suzano promove neste sábado (28/10), a partir das 20h, a última edição do ano do Pavio da Cultura “Sessão Erótica”. O evento será realizado no Centro de Educação e Cultura “Francisco Carlos Moriconi”. A entrada é gratuita.
O projeto, que tem como objetivo desmistificar a literatura erótica,
é destinado a um público com idade acima de 18 anos. Em ordem cronológica, o evento contará com performances do cordelista Francis Gomes, do ator Cleiton Pereira e do escritor Ademiro Alves, o Sacolinha, seguido por apresentações musicais de Valdivino Sampaio e Edu Alves. A programação segue com recitais de poesias, além de uma atração surpresa. Durante todo o evento, a Secretaria de Saúde de Suzano estará distribuindo preservativos e panfletos de prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis.
Com recitais de poesias, performances, shows musicais e sorteios de kits eróticos, a Secretaria de Cultura de Suzano promove neste sábado (28/10), a partir das 20h, a última edição do ano do Pavio da Cultura “Sessão Erótica”. O evento será realizado no Centro de Educação e Cultura “Francisco Carlos Moriconi”. A entrada é gratuita.
O projeto, que tem como objetivo desmistificar a literatura erótica,
é destinado a um público com idade acima de 18 anos. Em ordem cronológica, o evento contará com performances do cordelista Francis Gomes, do ator Cleiton Pereira e do escritor Ademiro Alves, o Sacolinha, seguido por apresentações musicais de Valdivino Sampaio e Edu Alves. A programação segue com recitais de poesias, além de uma atração surpresa. Durante todo o evento, a Secretaria de Saúde de Suzano estará distribuindo preservativos e panfletos de prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis.
25 outubro, 2006
85 Letras!!!
Olá. Tudo bem? Já acessou o blog do escritor Sacolinha hoje?www.sacolagraduado.blogspot.com
E você já conhece o novo livro dele?
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"85 Letras e um Disparo" que tem o prefácio assinado pelo Moacyr Scliar? Adquira agora mesmo na livraria mais próxima de sua casa. Se não encontrar, faça a encomenda ou acesse: www.livrariacultura.com.br
E faça o seu pedido, custa apenas R$ 14,90 e a livraria financia em até 3x sem juros.
E faça o seu pedido, custa apenas R$ 14,90 e a livraria financia em até 3x sem juros.
Não perca mais tempo.
Associação Cultural Literatura no Brasil
Fones: (11) 4744-7859 / 8325-2368
www.literaturanobrasil.blogspot.com

23 outubro, 2006
Trocando Idéias

Trocando Idéias aborda “Diário de uma Favelada”
(Texto: Marcos Cirillo)
A Associação Cultural Literatura no Brasil apresenta nesta terça-feira (24/10), às 20h, mais uma edição do projeto “Trocando Idéias”. O evento será realizado gratuitamente para o público no Centro de Educação e Cultura “Francisco Carlos Moriconi”. Desta vez, o projeto fará uma análise e discussão da obra “Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada”, de Maria Carolina de Jesus. Além do bate-papo, haverá a exibição de um vídeo-documentário de 15 minutos sobre a vida da autora. A atividade recebe apoio da Secretaria de Cultura de Suzano.
“Trocando Idéias” consiste na análise e discussão de obras e autores literários e conta ainda com um bate-papo que será conduzido pelo escritor Ademiro Alves, o Sacolinha, que também integra a associação.
O objetivo do projeto, segundo o vice-presidente da Associação e cordelista Francis Gomes, é resgatar e discutir textos de grandes autores literários, e também de escritores que contribuíram para a história da literatura.
Maria Carolina de Jesus – Na década de 60, o jornalista Audálio Dantas chegou na favela do Canindé, na zona sul de São Paulo, para fazer uma reportagem sobre os “marmanjos” que tomaram conta de uma pequena área de lazer que a prefeitura havia montado no local. Lá o jornalista se deparou com uma mulher negra discutindo com esses “marmanjos”. Ela dizia: “eu vou colocar vocês no meu diário”. Quando Dantas chegou e perguntou que diário seria este, a mulher negra, chamada Maria Carolina de Jesus, levou o jornalista ao seu barraco e lhe mostrou um diário que, dois anos depois, se tornou o best seller mais lido da década de 60.
(Texto: Marcos Cirillo)
A Associação Cultural Literatura no Brasil apresenta nesta terça-feira (24/10), às 20h, mais uma edição do projeto “Trocando Idéias”. O evento será realizado gratuitamente para o público no Centro de Educação e Cultura “Francisco Carlos Moriconi”. Desta vez, o projeto fará uma análise e discussão da obra “Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada”, de Maria Carolina de Jesus. Além do bate-papo, haverá a exibição de um vídeo-documentário de 15 minutos sobre a vida da autora. A atividade recebe apoio da Secretaria de Cultura de Suzano.
“Trocando Idéias” consiste na análise e discussão de obras e autores literários e conta ainda com um bate-papo que será conduzido pelo escritor Ademiro Alves, o Sacolinha, que também integra a associação.
O objetivo do projeto, segundo o vice-presidente da Associação e cordelista Francis Gomes, é resgatar e discutir textos de grandes autores literários, e também de escritores que contribuíram para a história da literatura.
Maria Carolina de Jesus – Na década de 60, o jornalista Audálio Dantas chegou na favela do Canindé, na zona sul de São Paulo, para fazer uma reportagem sobre os “marmanjos” que tomaram conta de uma pequena área de lazer que a prefeitura havia montado no local. Lá o jornalista se deparou com uma mulher negra discutindo com esses “marmanjos”. Ela dizia: “eu vou colocar vocês no meu diário”. Quando Dantas chegou e perguntou que diário seria este, a mulher negra, chamada Maria Carolina de Jesus, levou o jornalista ao seu barraco e lhe mostrou um diário que, dois anos depois, se tornou o best seller mais lido da década de 60.
22 outubro, 2006
Francis Gomes
Os dois seres que habitam em mim
Quando eu penso em você
Sinto dentro do meu ser
Dois seres entrarem em combate.
Um é lúcido e coerente,
O outro é louco inconseqüente,
E assim vou vivendo este contraste.
Um segue as regras da lei, os mandamentos.
O outro as quebra em pensamento,
Pelo incontrolável desejo de tê-la.
Enquanto um te quer tão loucamente,
O outro é simples e inocente,
E treme de medo só em vê-la.
Confuso eu chego até pensar...
Se eu pudesse ter-te sem te tocar,
Talvez fosse bem melhor assim.
Teria eu o que tanto quero,
Você igualmente como eu espero,
Se quisesse também teria a mim.
E para comigo cometo um delito.
Vivendo o meu “eu” este conflito,
Que transcende o meu próprio entendimento.
Quero a todo custo você que ainda não tenho,
Por outro lado eu muito me empenho,
Para não tê-la sequer no pensamento.
No entanto um de mim só pensa em ti,
O outro coitado tenta fugir,
Das loucuras que eu venha cometer.
Se este conflito durar por mais um pouco,
Ou eu faço um acordo com estes loucos,
Ou te esqueço antes de enlouquecer.
Se é que eu já não estou enlouquecido,
Querendo este amor que é proibido,
E causa um conflito no meu ser.
Se apenas um de mim não te esquece,
Imagina se o outro também quisesse...
Certamente eu morreria por você.
Francis Gomes
Também sou gente
Não sou um cara letrado
Uso um palavreado,
Que o povo simples conhece.
Comigo não tem frescura
Falo a realidade pura
Quem não gostar que se estresse.
Alguns por serem formados
Com alguns livros publicados,
Acham-se superior,
Construtores de mentiras
Não aceitam que um caipira,
Também seja um escritor.
Eu falo sem ter vergonha,
Se não posso ser montanha,
Sou uma pedra no sapato.
Mas eles querem que eu morra,
Seja um atleta e não corra,
Apanhe e fique calado.
Eu vejo a morte de perto,
Quero lá saber se é errado ou certo,
Falar da minha desgraça.
Sou tratado como um bicho
Me alimento de lixo,
E durmo em banco de praça,
Me chamam de vagabundo,
Pé inchado, porco imundo...
_ porque não vai trabalhar-?
Bêbado pela a esquina
Coloca a culpa na sina,
Tem mesmo é que se ferrar...
Mas eu vou fazer o que?
Eu nunca aprendi ler,
Trabalho ninguém me dar.
Mas imagine você,
Não tenho nem pra comer,
Como é que eu vou estudar?
Escola eu não conheço,
Faculdade eu desconheço...
Só vejo os outros falar,
O que eu passo é desumano,
E o direito humano,
A onde diabo ele estar?
Febem de Tatuapé,
Cadeião de Sumaré,
Pode ver, ta tudo lá.
Bandidos eles defendem,
Mendigos pra eles fedem,
É ou não é de lascar?
Este é o nosso regime,
Se o cara comete um crime,
Tem o estado pra cuidar,
Enquanto é negligente,
Matando o povo inocente
Porque não querem ajudar.
E querem que eu me cale,
Morra e nada fale,
Afinal, lixo não fala...
Mas eu sou lixo orgânico,
Daquele que causa pânico,
E a nação se abala.
Por isso eu falo, falo e falo...
Morro e não me calo,
Sou mesmo um bicho,
Daqueles que tudo come,
E pra não morrer de fome,
Precisa viver do lixo.
Restos de comidas, peixes crus,
Disputo com os urubus,
Vira lata, varejeira, em fim;
Onde o dinheiro domina,
O que o homem abomina,
É o que sobra pra mim.
Hei, sou pobre, sou desprezado,
Vivo por ai largado,
Sou mais um sobrevivente.
Sei que pareço com um bicho,
Me alimento de lixo,
Mas lembrem, também sou gente.
Francis Gomes
Quando eu penso em você
Sinto dentro do meu ser
Dois seres entrarem em combate.
Um é lúcido e coerente,
O outro é louco inconseqüente,
E assim vou vivendo este contraste.
Um segue as regras da lei, os mandamentos.
O outro as quebra em pensamento,
Pelo incontrolável desejo de tê-la.
Enquanto um te quer tão loucamente,
O outro é simples e inocente,
E treme de medo só em vê-la.
Confuso eu chego até pensar...
Se eu pudesse ter-te sem te tocar,
Talvez fosse bem melhor assim.
Teria eu o que tanto quero,
Você igualmente como eu espero,
Se quisesse também teria a mim.
E para comigo cometo um delito.
Vivendo o meu “eu” este conflito,
Que transcende o meu próprio entendimento.
Quero a todo custo você que ainda não tenho,
Por outro lado eu muito me empenho,
Para não tê-la sequer no pensamento.
No entanto um de mim só pensa em ti,
O outro coitado tenta fugir,
Das loucuras que eu venha cometer.
Se este conflito durar por mais um pouco,
Ou eu faço um acordo com estes loucos,
Ou te esqueço antes de enlouquecer.
Se é que eu já não estou enlouquecido,
Querendo este amor que é proibido,
E causa um conflito no meu ser.
Se apenas um de mim não te esquece,
Imagina se o outro também quisesse...
Certamente eu morreria por você.
Francis Gomes
Também sou gente
Não sou um cara letrado
Uso um palavreado,
Que o povo simples conhece.
Comigo não tem frescura
Falo a realidade pura
Quem não gostar que se estresse.
Alguns por serem formados
Com alguns livros publicados,
Acham-se superior,
Construtores de mentiras
Não aceitam que um caipira,
Também seja um escritor.
Eu falo sem ter vergonha,
Se não posso ser montanha,
Sou uma pedra no sapato.
Mas eles querem que eu morra,
Seja um atleta e não corra,
Apanhe e fique calado.
Eu vejo a morte de perto,
Quero lá saber se é errado ou certo,
Falar da minha desgraça.
Sou tratado como um bicho
Me alimento de lixo,
E durmo em banco de praça,
Me chamam de vagabundo,
Pé inchado, porco imundo...
_ porque não vai trabalhar-?
Bêbado pela a esquina
Coloca a culpa na sina,
Tem mesmo é que se ferrar...
Mas eu vou fazer o que?
Eu nunca aprendi ler,
Trabalho ninguém me dar.
Mas imagine você,
Não tenho nem pra comer,
Como é que eu vou estudar?
Escola eu não conheço,
Faculdade eu desconheço...
Só vejo os outros falar,
O que eu passo é desumano,
E o direito humano,
A onde diabo ele estar?
Febem de Tatuapé,
Cadeião de Sumaré,
Pode ver, ta tudo lá.
Bandidos eles defendem,
Mendigos pra eles fedem,
É ou não é de lascar?
Este é o nosso regime,
Se o cara comete um crime,
Tem o estado pra cuidar,
Enquanto é negligente,
Matando o povo inocente
Porque não querem ajudar.
E querem que eu me cale,
Morra e nada fale,
Afinal, lixo não fala...
Mas eu sou lixo orgânico,
Daquele que causa pânico,
E a nação se abala.
Por isso eu falo, falo e falo...
Morro e não me calo,
Sou mesmo um bicho,
Daqueles que tudo come,
E pra não morrer de fome,
Precisa viver do lixo.
Restos de comidas, peixes crus,
Disputo com os urubus,
Vira lata, varejeira, em fim;
Onde o dinheiro domina,
O que o homem abomina,
É o que sobra pra mim.
Hei, sou pobre, sou desprezado,
Vivo por ai largado,
Sou mais um sobrevivente.
Sei que pareço com um bicho,
Me alimento de lixo,
Mas lembrem, também sou gente.
Francis Gomes
20 outubro, 2006
Revolta
Beleza podre
Tomado pelo pudor, derramando em pequenos cálices minha raiva; Cercado de belíssimos apartamentos, belíssimas gotas de sangue; Árvores grandes e floridas, ainda guardam o resto denossa vida; Ruas dignas de primeiro mundo, na palma da mão a queimadura do asfalto imundo; Belas cavernas verticais, que guardam a desumanidade chamada de burguesia; Saltos ainda, saltos sofridos pela minha mente, mente de cobiça; Sonhando com o mundo novo, com a nova vida; Desgraçados passam em seus BMW 's o menor cata papelão e metal mas não vai deixar barato; Sonhe filho da puta , sonhe com seus bens, casas de solidão; Que o dia que eu te pegar, será um defunto morto no chão; Pois o menor excluído vai cobrar, a dívida com a sociedade; Não vai querer sua caridade, e sim sua voz lhe pedindo piedade.
Renato Vital
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