Alpharrabio Livraria e Editora
Rua Dr. Eduardo Monteiro, 151 – Santo André
Tel.: (11) 4438.4358 – Fax: (11) 4992.5225
www.alpharrabio.com.br – http://blog.alpharrabio.com.br
Olá, caro amigo(a),
A próxima Semana começa com festa (terça, 28.11 às 18h) e acaba em festa (sábado, 2.12, 14h) no Alpha, encerrando, assim, a intensa atividade cultural desenvolvida ao longo deste ano, na Livraria Alpharrabio, em Santo André. Aí vai a programação com o nosso especial convite. Compareça, prestigie, ajude a divulgar. Se puder, visite e/ou divulgue o nosso blog (http://blog.alpharrabio.com.br ), um caderno de registros de nossa “atmosfera” cultural.
Abraços e até lá
Dalila Teles Veras
De 28 de novembro a 2 de dezembro
SEMANA DE ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES CULTURAIS ALPHARRABIO
28.11.06, às 18h – Coquetel de abertura da exposição “O Gesto da Mão na Argila” – Vera Luz Almeida da Silva – Ateliê de Cerâmica DATERRA – Santo André
Horário de visitação: das 13h00 às 19h00
Oficinas gratuitas (reservas e inscrições pelo fone 4438-4358)
Horário das oficinas :
29. 11 ( quarta-feira ) – das 13 às 16h
30. 11 ( quinta-feira ) – das 16 às 19h
1º. 12 ( sexta-feira ) – das 13 às 16h
02. 12 ( sábado ) – das 12 às 15h
02.12 – ( sábado ) – 16h - Encerramento festivo , com a apresentação do Coral Master, da Faculdade Aberta da Terceira Idade de São Bernardo do Campo
A ENTRADA É FRANCA PARA TODAS AS ATIVIDADES
Local: Alpharrabio Livraria e Editora
Rua Dr. Eduardo Monteiro, 151 – Santo André
Tel.: (11) 4438.4358 – Fax: (11) 4992.5225
www.alpharrabio.com.br – http://blog.alpharrabio.com.br
24 novembro, 2006
21 novembro, 2006
18 novembro, 2006
Cordel
Malandro
Eu, um cearense arretado
Analfabeto, acanhado,
Que mal aprendi ler.
Com o meu primo Evandro,
Fomo da uma de malandro,
Veja onde fui me meter.
Morando no Ceará,
Num sabia nem falar
A num ser a língua da gente,
Num é que seja esquisita,
Prá quem num conhece complica,
É um tantim diferente.
Cumode, pro mode, pro donde,
Prá quê, pro quê, pra donde,
E querendo aprender gíria.
Eu e o primo Evandro,
Ainda se achava malandro...
Falando estas arezia.
Era coisa de família,
Fazendo tanta estripulia
Ainda dava uma de valente.
Com uma peixeira na mão,
Prá arrumar confusão,
Era só mexer com a gente.
Por exemplo, meu avô,
Nunca pediu, por favor,
Vivia arrumando intriga,
Ô bichim tu venha cá,
Num vem não é, vá se lascar,
Pronto, já arrumava outra briga.
Papai dizia lá em casa,
Formiga que cria asa,
Procura o que num perdeu.
Apois bem, chegou a hora,
Que eu resolvi ir me embora
Levando o Evandro com eu.
Nontonse fomo pro Rio, de Janeiro,
Trabalhemo um mês inteiro,
Só pra entrar pelo cano.
Eu e o Evandro, analfabeto,
Fomo da uma de esperto,
Numa boate de americano.
Falando um tal de: corta essa,
Ai mano, eu tô nessa,
Manda ver. Qual é a tua?
Tô de boa, tudo em cima,
Vou descolar uma mina,
Prá da um role na rua.
Sem carro, prá começar,
Peguemos um táxi até lá,
Paguemos uma grana infame.
E logo ao ir chegando,
Vi num letreiro piscando,
Ameriacan’s drinks, wel come.
Já fiquei meio cabreiro,
Vendo naquele letreiro,
Dizendo que well come.
Vala meu Deus do céu,
Quem diabo é este well,
Que está com tanta fome!
Em uma porta de vidro,
Tinha um nome escrito:
Push, enter, and have fun.
Enquanto eu estava puxando,
Chegou uma bichinha falando:
Excuse-me, excuse-me honey.
Dei-lhe uma bofeta,
Que ela caiu sentada,
-Help me, help me please.
Mas num tem mermo que apanhar,
Pois queria me agarrar,
Ainda pergunta o que fez.
Eu já todo apoquentado,
Chegou outro apalermado:
Excuse-me guy, thenk you.
Sujeito mal educado,
Vá você seu desgraçado,
É esta a educação do sul?
Apois veja seu menino,
Ainda dizem que nordestino,
É quem num tem educação.
Um sujeito bem trajado,
Até bem aparentado,
Me falando palavrão.
O Evandro nesta hora,
Me chamando prá ir embora,
Se borrando como nunca.
Com toda minha educação,
Eu falei agora não,
Vou entrar nesta espelunca.
Sem esta de meia volta,
Dei um empurrão na porta,
E acertei sem querer.
Num era prá puxar,
O tal push, é empurrar,
Mas como eu ia saber?
Rapaz, mas quando eu entrei,
Num vou mentir, me assustei,
Quase que me mijava.
Era uma papagaiada,
Eu num entendia nada,
Que aquela gente falava.
Excuse me, sorry, I don’t know,
Bye, good -bye, let’s go,
Good, nice, beautiful, em fim,
Olhei pro Evandro, ele falou pra eu,
Bichim será que nós morreu,
E tamo no inferno junto com o coisa ruim.
Uns bebendo, outros fumando,
Quase nus se agarrando,
Eu pensei: estou lascado.
As pernas aquela tremedeira,
Já preparando a carreira,
Chegou alguém do meu lado.
Como quem fala escondido,
Cochichando em meu ouvido,
Do you have yorkut?
Oxente ! mas será que é um vicío?
Todo mudo só quer isso?
Já fui cobrindo no chute.
Dois sujeito forte e alto,
Por sinal muito educado,
Me deu uma mãozada,
Derrubou eu e Evandro de uma só vez,
Gritando, are you crazy?
E me jogou na calçada.
Sem entender nada e quase mouco,
Sai correndo igual louco,
E o Evandro? Também.
Dispois dessa, nunca mais eu e Evandro,
Fomo da uma de malandro,
Nem arrumar briga com ninguém.
Francis Gomes, é presidente
Eu, um cearense arretado
Analfabeto, acanhado,
Que mal aprendi ler.
Com o meu primo Evandro,
Fomo da uma de malandro,
Veja onde fui me meter.
Morando no Ceará,
Num sabia nem falar
A num ser a língua da gente,
Num é que seja esquisita,
Prá quem num conhece complica,
É um tantim diferente.
Cumode, pro mode, pro donde,
Prá quê, pro quê, pra donde,
E querendo aprender gíria.
Eu e o primo Evandro,
Ainda se achava malandro...
Falando estas arezia.
Era coisa de família,
Fazendo tanta estripulia
Ainda dava uma de valente.
Com uma peixeira na mão,
Prá arrumar confusão,
Era só mexer com a gente.
Por exemplo, meu avô,
Nunca pediu, por favor,
Vivia arrumando intriga,
Ô bichim tu venha cá,
Num vem não é, vá se lascar,
Pronto, já arrumava outra briga.
Papai dizia lá em casa,
Formiga que cria asa,
Procura o que num perdeu.
Apois bem, chegou a hora,
Que eu resolvi ir me embora
Levando o Evandro com eu.
Nontonse fomo pro Rio, de Janeiro,
Trabalhemo um mês inteiro,
Só pra entrar pelo cano.
Eu e o Evandro, analfabeto,
Fomo da uma de esperto,
Numa boate de americano.
Falando um tal de: corta essa,
Ai mano, eu tô nessa,
Manda ver. Qual é a tua?
Tô de boa, tudo em cima,
Vou descolar uma mina,
Prá da um role na rua.
Sem carro, prá começar,
Peguemos um táxi até lá,
Paguemos uma grana infame.
E logo ao ir chegando,
Vi num letreiro piscando,
Ameriacan’s drinks, wel come.
Já fiquei meio cabreiro,
Vendo naquele letreiro,
Dizendo que well come.
Vala meu Deus do céu,
Quem diabo é este well,
Que está com tanta fome!
Em uma porta de vidro,
Tinha um nome escrito:
Push, enter, and have fun.
Enquanto eu estava puxando,
Chegou uma bichinha falando:
Excuse-me, excuse-me honey.
Dei-lhe uma bofeta,
Que ela caiu sentada,
-Help me, help me please.
Mas num tem mermo que apanhar,
Pois queria me agarrar,
Ainda pergunta o que fez.
Eu já todo apoquentado,
Chegou outro apalermado:
Excuse-me guy, thenk you.
Sujeito mal educado,
Vá você seu desgraçado,
É esta a educação do sul?
Apois veja seu menino,
Ainda dizem que nordestino,
É quem num tem educação.
Um sujeito bem trajado,
Até bem aparentado,
Me falando palavrão.
O Evandro nesta hora,
Me chamando prá ir embora,
Se borrando como nunca.
Com toda minha educação,
Eu falei agora não,
Vou entrar nesta espelunca.
Sem esta de meia volta,
Dei um empurrão na porta,
E acertei sem querer.
Num era prá puxar,
O tal push, é empurrar,
Mas como eu ia saber?
Rapaz, mas quando eu entrei,
Num vou mentir, me assustei,
Quase que me mijava.
Era uma papagaiada,
Eu num entendia nada,
Que aquela gente falava.
Excuse me, sorry, I don’t know,
Bye, good -bye, let’s go,
Good, nice, beautiful, em fim,
Olhei pro Evandro, ele falou pra eu,
Bichim será que nós morreu,
E tamo no inferno junto com o coisa ruim.
Uns bebendo, outros fumando,
Quase nus se agarrando,
Eu pensei: estou lascado.
As pernas aquela tremedeira,
Já preparando a carreira,
Chegou alguém do meu lado.
Como quem fala escondido,
Cochichando em meu ouvido,
Do you have yorkut?
Oxente ! mas será que é um vicío?
Todo mudo só quer isso?
Já fui cobrindo no chute.
Dois sujeito forte e alto,
Por sinal muito educado,
Me deu uma mãozada,
Derrubou eu e Evandro de uma só vez,
Gritando, are you crazy?
E me jogou na calçada.
Sem entender nada e quase mouco,
Sai correndo igual louco,
E o Evandro? Também.
Dispois dessa, nunca mais eu e Evandro,
Fomo da uma de malandro,
Nem arrumar briga com ninguém.
Francis Gomes, é presidente
da Associação Cultural Literatura
no Brasil.
15 novembro, 2006
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Aqui você não paga o frete se adquirir os dois livros do Sacolinha.
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Leia abaixo o que estão comentando do livro e do autor:
Ignácio de Loyola Brandão
O Sacolinha é um cara insistente, poderia muito bem ser um editor, mas preferiu ser escritor, aliás, um ótimo escritor.
Mirian Pulga:
Ola meu querido, comprei seu livro e não parei de ler .. Parabéns ...Tive que economizar no final, pois o livro estava acabando e eu não queria isso (rs)Gostei tanto q comprei outro pra dar de presente para um amigo e dediquei o conto “Reflexões de um Mendigo” para ele .. pois achei de um modo muito particular que se encaixava nos pensamento que ele tem .. Mais uma vez parabéns ...
Marco Haurélio (Cordelista)
Salve Grande Sacolinha. Foi um prazer ter estado contigo; com certeza, nos encontraremos nas encruzilhadas da literatura. Estou terminando de ler os seus contos. Parabéns pelo humor inteligente e pela precisão com que manuseias as palavras.Continuo na editora Luzeiro, agora com um título novo, O HEROI DA MONTANHA NEGRA.Abraço, Velho, e até a próxima.
Sacolinha beleza?
Marco Haurélio (Cordelista)
Salve Grande Sacolinha. Foi um prazer ter estado contigo; com certeza, nos encontraremos nas encruzilhadas da literatura. Estou terminando de ler os seus contos. Parabéns pelo humor inteligente e pela precisão com que manuseias as palavras.Continuo na editora Luzeiro, agora com um título novo, O HEROI DA MONTANHA NEGRA.Abraço, Velho, e até a próxima.
Sacolinha beleza?
veja o scrapt que recebi:
olá querido, vc tá bem? parabéns por mais esse lançamento. o rubens me emprestou o livro do sacolinha e essa semana acabei de ler. gostei muito apesar de o achar um pouco violento, pessimista, talvez.tive conversando c/ o rubens eu disse a ele que os personagens do livro, apesar de serem todos fudidos, eles tem muita cultura: um lê rubem fonseca o outro conhece bocage e até a prostituta faz uma dissertação a respeito de proust. na realidade, o autor emprestou toda sua cultura aos personagens, o que seria coerente se esses não fossem miseráveis. por favor não entenda as minhas palavras como preconceituosas, acho que todos tem direito a ler, porém em nosso pais não temos esse hábito e percebo até entre os escritores resistência para a leitura. esses "escritores" alegam que não querem se influenciar portanto não lêem. se logo acima falei sobre pessimismo, acho no entanto otimista a atitude de nosso amigo sacolinha em fazer seus personagens terem cultura.
12 novembro, 2006
Á duas mãos
Anjos
Hoje no céu haverá festa.
Todos os anjos brincando.
Terá palhaço, trapezista,
Cantor, bailarino e artista.
Os anjos dançando ciranda - cirandinha.
Vai ter até fada madrinha.
Algo acontece na terra,
Fica uma dúvida no ar
Para alguns uma criança morreu,
Para outros, mais um anjo nasceu.
Na terra muitos choram,
Mas nos céus comemoram,
E os anjos gritam,
Cantam louvores, tocam arpas.
Um anjo de asas grandes anuncia:
Saiu da terra para os braços do Senhor Jesus.
É mais um anjo, uma luz.
Saiu da tristeza na terra para no céu se alegrar
Ele vem triste e acanhado
Ainda não sabe voar
Tropeça nas nuvens,
Precisará de algumas aulas de vôos.
Os pequenos anjos falam para ele:
A tristeza ficou lá na terra,
Aqui é só alegria
Brincadeira e correria,
Dia após dia.
Não haverá bombom, algodão doce nem chocolate,
No céu somos todos crianças,
Mas não sentimos fome,
A Gloria Senhor nos alimenta.
Não precisa de sol nem de lua,
Também não precisa de estrelas
A Gloria do Senhor nos ilumina.
O Senhor Jesus nos ensina tudo
Como Deus criou o mundo
Quanto tempo durou para formar a terra
O primeiro casal a ser criado,
Que habitaram no paraíso, na terra,
Mas com a mordida na maça pecaram
E foram expulsos de lá
Como era Abrão, um homem de muita fé,
Moisés, profeta que libertou Israel,
Abriu o mar vermelho e o rio Jordão,
De Elias, Elizeu e Sansão.
Como Noé construiu a arca,
E se salvou do grande dilúvio.
Também fala de Davi, e Salomão,
De todos os profetas
Desde Daniel até João Batista.
O Senhor Jesus nos ensina tudo,
Mas quem quiser aprender mais,
Terá que vim para o céu.
PAULO PEREIRA
FRANCIS GOMES
Hoje no céu haverá festa.
Todos os anjos brincando.
Terá palhaço, trapezista,
Cantor, bailarino e artista.
Os anjos dançando ciranda - cirandinha.
Vai ter até fada madrinha.
Algo acontece na terra,
Fica uma dúvida no ar
Para alguns uma criança morreu,
Para outros, mais um anjo nasceu.
Na terra muitos choram,
Mas nos céus comemoram,
E os anjos gritam,
Cantam louvores, tocam arpas.
Um anjo de asas grandes anuncia:
Saiu da terra para os braços do Senhor Jesus.
É mais um anjo, uma luz.
Saiu da tristeza na terra para no céu se alegrar
Ele vem triste e acanhado
Ainda não sabe voar
Tropeça nas nuvens,
Precisará de algumas aulas de vôos.
Os pequenos anjos falam para ele:
A tristeza ficou lá na terra,
Aqui é só alegria
Brincadeira e correria,
Dia após dia.
Não haverá bombom, algodão doce nem chocolate,
No céu somos todos crianças,
Mas não sentimos fome,
A Gloria Senhor nos alimenta.
Não precisa de sol nem de lua,
Também não precisa de estrelas
A Gloria do Senhor nos ilumina.
O Senhor Jesus nos ensina tudo
Como Deus criou o mundo
Quanto tempo durou para formar a terra
O primeiro casal a ser criado,
Que habitaram no paraíso, na terra,
Mas com a mordida na maça pecaram
E foram expulsos de lá
Como era Abrão, um homem de muita fé,
Moisés, profeta que libertou Israel,
Abriu o mar vermelho e o rio Jordão,
De Elias, Elizeu e Sansão.
Como Noé construiu a arca,
E se salvou do grande dilúvio.
Também fala de Davi, e Salomão,
De todos os profetas
Desde Daniel até João Batista.
O Senhor Jesus nos ensina tudo,
Mas quem quiser aprender mais,
Terá que vim para o céu.
PAULO PEREIRA
FRANCIS GOMES
56 anos!
O VÉU
(Por Elizabete da Silva)
(Por Elizabete da Silva)
Casal de noivos faz planos para o casamento.
Sonha com a festa, os convidados, filhos que irão ter e a lua de mel.
O casal reúne as famílias e anunciam, vamos nos casar a data esta marcada para alguns meses.
A família fica eufórica ao saber que eles vão se casar.
A noiva começa a se preparar para o grande dia e esquece de tudo e de todos, porque aquele momento e aquele dia serão únicos em sua vida.
Enquanto isso, o noivo se arruma e começa olhar as fotos de sua mãe já falecida e sente uma saudade das conversas e dos conselhos que lhe dava.
Ela dizia, filho antes de você se casar repare na mãe da noiva porque geralmente a filha será igual à mãe.
O dia do casamento se aproxima o noivo repara na mãe da noiva e começa vê-la com outros olhos.
E o casamento esta se aproximando o salão já estava pronto, o convite entregues tudo acertado com os padrinhos tudo corriam as mil maravilhas.
O noivo não via a hora do seu casamento começar para estar perto de sua noiva, futura esposa. Já esta tudo pronto para o casamento os convidados chegam felizes cumprimentam o noivo e depositam os presentes num enorme coração que fizeram em homenagem para os noivos. Chega à hora da troca das alianças o noivo não ve a hora de encontrar sua amada. O juiz chama o noivo até o altar os convidados vão se assentando nas cadeiras. Meia hora, mais tarde todos ficam se perguntando cadê a noiva, no altar o noivo já esta preocupado. Escutam uma voz é a noiva que esta chegando numa carruagem, como esta bonita e a musica começa a tocar todos se levantam querendo ver a noiva. A noiva desce da carruagem com um vestido cor de perola que cobria todo seu corpo e o véu que cobria seu rosto um amigo da família veio ate ela para levá-la até o altar porque seu pai já tinha falecido. Vindo no corredor bem devagar todos diziam como ela esta bonita é o dia mais feliz de sua vida. Chegando no altar o amigo da família entrega a mão da noiva para o noivo que agradece, todos se sentam e o juiz faz todas as perguntas."
O noivo não via a hora do seu casamento começar para estar perto de sua noiva, futura esposa.
Já esta tudo pronto para o casamento os convidados chegam felizes cumprimentam o noivo e depositam os presentes num enorme coração que fizeram em homenagem para os noivos.
Chega à hora da troca das alianças o noivo não ve a hora de encontrar sua amada,
O juiz chama o noivo até o altar os convidados vão se assentando nas cadeiras. Meia hora, mais tarde todos ficam se perguntando cadê a noiva, no altar o noivo já esta preocupado.
Escutam uma voz é a noiva que esta chegando numa carruagem, como esta bonita e a musica começa a tocar todos se levantam querendo ver a noiva.
A noiva desce da carruagem com um vestido cor de perola que cobria todo seu corpo e o véu que cobria seu rosto um amigo da família veio ate ela para levá-la até o altar porque seu pai já tinha falecido.
Vindo no corredor bem devagar todos diziam como ela esta bonita é o dia mais feliz de sua vida.
Chegando no altar o amigo da família entrega a mão da noiva para o noivo que agradece, todos se sentam e o juiz faz todas as perguntas.
Mais a pergunta, mais esperada da noite era, você a aceita como sua legitima esposa. O noivo responde sim. E você o aceita como seu legitimo esposo.
A noiva responde sim. Então é só beijar a noiva. Quando o noivo levanta o véu para beijar a noiva todos se assustam. A noiva era a sogra.
Elizabete da Silva Costa, é moradora de Suzano.
Tem 56 anos e começou a escrever á pouco mais de 1 ano.
Atualmente dá aulas de alfabetização e participa da Associação
Cultural Literatura no Brasil.
Agende-se
Agenda Cultural de Santo André
Departamento de Cultura
Informativo Especial – 10/11/2006
Fórum de Arte Contemporânea acontece
dias 17 e 18 no Teatro Municipal
Clique no link para conferir as informações:
http://www.santoandre.sp.gov.br/comunicacao/cultura/
Agenda da Cidade distribuída gratuitamente.
Informações: 4433-0728
Departamento de Cultura
Informativo Especial – 10/11/2006
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