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13 setembro, 2005
11 setembro, 2005
Eventos e + eventos
Pavio da Cultura
Um grande sucesso é como podemos resumir o evento 5º Pavio da Cultura, no Centro Cultural de Suzano, no sábado dia 10 de setembro. Evento que teve o apoio do Projeto Cultura Literatura no Brasil. Lá foi divulgado o resultado do 1º Concurso Literário de Suzano e entregue a premiação. Houve uma superlotação de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. As dezenas de crianças saíram contentes, pois cada uma delas ganhou uma revista para pintar. Vários livros foram sorteados, entre eles haviam Marcel Proust, Kafka, George Orwel, Nikolai Gogol, Bukowisk e Herman Hesse.
O próximo evento será no dia 08 de outubro, e haverá o lançamento do documentário do projeto Literatura no Brasil.
Com relação ao concurso, o próximo passo será a produção da revista que será lançada na semana literária em dezembro de 2005. Nesta revista os leitores poderão conferir a escrita dos poetas e contistas suzanenses. Esta revista será distribuída gratuitamente nas escolas, entidades, movimentos sociais e bibliotecas da região.
Este concurso está sendo organizado pelo escritor Sacolinha, através da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Suzano.
Íntimas e bêbadas
(Adaptação) marcopezão
Paula e Andressa cursaram o colegial e amizade intensa brotou em comunhão. Embora tenham escolhido faculdades diferentes, ambas prestaram cursinho e optaram pela mesma universidade. Desde essa época tornaram-se cúmplices quanto aos direitos feminis, e politicamente exerciam pensamentos esquerdistas sempre almejando a revolução, ainda que fictícia, a tomada do poder em prol dos menos favorecidos.
Terminado os estudos, Paula formou-se em Sociologia e Andressa diplomou-se em Direito Criminal. Devido às dificuldades de emprego imediato resolveram lecionar e conseguiram algumas aulas em uma escola, na zona leste da capital paulista.
Um dia, num barzinho de classe média, em Pinheiros, conheceram dois amigos também professores, e o relacionamento entre os casais acalentou enorme paixão. Depois de certo tempo, noite de sábado, quando reunidos na mesma curtição, como normalmente faziam, o duplo pedido de casamento fez crescer ainda mais o sentimento mútuo.
O consentimento veio selado por beijos apaixonados, porém, uma ressalva ficou esclarecida. Elas exigiam que, ao menos uma vez por mês, teriam liberdade de encontrarem-se sozinhas; resguardando, assim, o direito de mulheres livres e independentes.
O dúplice matrimônio não demorou acontecer, sem pompas maiores. Após a viagem de lua de mel, o prosseguimento das atividades e o bom relacionamento constante davam mostras de planejamento familiar. Os filhos viriam quando a situação econômica estivesse mais sólida.
Passado um ano de feliz convivência e respeito, Paula e Andressa mantiveram o combinado. Com regularidade percorriam a cidade paulistana indo a bairros longínquos, sempre com atenção voltada ao desenvolvimento. Em certas ocasiões, porém, o empobrecimento que tomou conta da periferia às deprimia e em algum bar desabafam toda sorte de críticas à sociedade dominante e a política de globalização. Mas, na maioria das vezes, bebiam pela alegria de viver, e pela felicidade encontrada cada qual em seu marido, que, até então, respeitavam o direito adquirido; não sem sentir uma ponta de ciúmes, pois, claro, trata-se de duas belas e fogosas mulheres. Mas, definitivamente, não havia sombra de leviandades nas atitudes. Elas empunhavam a bandeira feminista, sem deixar de serem femininas, e, com certeza, adoravam tomar um pileque.
Um dia, a trajetória às levou para as bandas da Vila Formosa. Se por prazer ou depressão, não se sabe, o fato é que as duas exageraram nas cervejas e caipirinhas. As horas passaram e ao darem conta os ponteiros do relógio marcavam meia-noite.
Andressa, se dizendo mais sóbria, assumiu o volante do carro. Dez minutos depois, a irresistível vontade de urinar às incomodou no ponto de desespero. Decidiram estacionar e quando desceram, perceberam que estavam à frente do maior cemitério de São Paulo. Íntimas e bêbadas caminharam até um portão e, que, ocasionalmente, estava entreaberto. Na escuridão plena entraram, e ao lado de um túmulo desaguaram. Andressa, ao terminar, usou a própria calcinha para se enxugar e limpar os respingos que atingiram as coxas.
Paula, de cócoras, demorou mais no ato. Viu que a amiga jogara fora a calcinha usada e sorriu zonza olhando sua lingerie, lembrando que o esposo adorava essa peça. Então, sobre o mausoléu, pegou uma fita da coroa de flores e secou-se. Desajeitadamente foram embora.
No desenrole aconteceu o seguinte: por volta das 9 horas da manhã os maridos falaram-se ao telefone:
-“Alô, Agenor! Porra, acabei! Porra, acabou meu casamento! Andressa chegou em casa de madrugada, embriagada e sem calcinha!”
-“E eu Carlão, e eu Carlão? A Paula me aparece às duas horas da manhã, com uma faixa presa na bunda escrito assim: - Jamais te esqueceremos – João, Paulo, Lucas e toda a turma da faculdade! - Não deu pra segurar, quebrei ela de porrada!”
Um grande sucesso é como podemos resumir o evento 5º Pavio da Cultura, no Centro Cultural de Suzano, no sábado dia 10 de setembro. Evento que teve o apoio do Projeto Cultura Literatura no Brasil. Lá foi divulgado o resultado do 1º Concurso Literário de Suzano e entregue a premiação. Houve uma superlotação de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. As dezenas de crianças saíram contentes, pois cada uma delas ganhou uma revista para pintar. Vários livros foram sorteados, entre eles haviam Marcel Proust, Kafka, George Orwel, Nikolai Gogol, Bukowisk e Herman Hesse.
O próximo evento será no dia 08 de outubro, e haverá o lançamento do documentário do projeto Literatura no Brasil.
Com relação ao concurso, o próximo passo será a produção da revista que será lançada na semana literária em dezembro de 2005. Nesta revista os leitores poderão conferir a escrita dos poetas e contistas suzanenses. Esta revista será distribuída gratuitamente nas escolas, entidades, movimentos sociais e bibliotecas da região.
Este concurso está sendo organizado pelo escritor Sacolinha, através da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Suzano.
Íntimas e bêbadas
(Adaptação) marcopezão
Paula e Andressa cursaram o colegial e amizade intensa brotou em comunhão. Embora tenham escolhido faculdades diferentes, ambas prestaram cursinho e optaram pela mesma universidade. Desde essa época tornaram-se cúmplices quanto aos direitos feminis, e politicamente exerciam pensamentos esquerdistas sempre almejando a revolução, ainda que fictícia, a tomada do poder em prol dos menos favorecidos.
Terminado os estudos, Paula formou-se em Sociologia e Andressa diplomou-se em Direito Criminal. Devido às dificuldades de emprego imediato resolveram lecionar e conseguiram algumas aulas em uma escola, na zona leste da capital paulista.
Um dia, num barzinho de classe média, em Pinheiros, conheceram dois amigos também professores, e o relacionamento entre os casais acalentou enorme paixão. Depois de certo tempo, noite de sábado, quando reunidos na mesma curtição, como normalmente faziam, o duplo pedido de casamento fez crescer ainda mais o sentimento mútuo.
O consentimento veio selado por beijos apaixonados, porém, uma ressalva ficou esclarecida. Elas exigiam que, ao menos uma vez por mês, teriam liberdade de encontrarem-se sozinhas; resguardando, assim, o direito de mulheres livres e independentes.
O dúplice matrimônio não demorou acontecer, sem pompas maiores. Após a viagem de lua de mel, o prosseguimento das atividades e o bom relacionamento constante davam mostras de planejamento familiar. Os filhos viriam quando a situação econômica estivesse mais sólida.
Passado um ano de feliz convivência e respeito, Paula e Andressa mantiveram o combinado. Com regularidade percorriam a cidade paulistana indo a bairros longínquos, sempre com atenção voltada ao desenvolvimento. Em certas ocasiões, porém, o empobrecimento que tomou conta da periferia às deprimia e em algum bar desabafam toda sorte de críticas à sociedade dominante e a política de globalização. Mas, na maioria das vezes, bebiam pela alegria de viver, e pela felicidade encontrada cada qual em seu marido, que, até então, respeitavam o direito adquirido; não sem sentir uma ponta de ciúmes, pois, claro, trata-se de duas belas e fogosas mulheres. Mas, definitivamente, não havia sombra de leviandades nas atitudes. Elas empunhavam a bandeira feminista, sem deixar de serem femininas, e, com certeza, adoravam tomar um pileque.
Um dia, a trajetória às levou para as bandas da Vila Formosa. Se por prazer ou depressão, não se sabe, o fato é que as duas exageraram nas cervejas e caipirinhas. As horas passaram e ao darem conta os ponteiros do relógio marcavam meia-noite.
Andressa, se dizendo mais sóbria, assumiu o volante do carro. Dez minutos depois, a irresistível vontade de urinar às incomodou no ponto de desespero. Decidiram estacionar e quando desceram, perceberam que estavam à frente do maior cemitério de São Paulo. Íntimas e bêbadas caminharam até um portão e, que, ocasionalmente, estava entreaberto. Na escuridão plena entraram, e ao lado de um túmulo desaguaram. Andressa, ao terminar, usou a própria calcinha para se enxugar e limpar os respingos que atingiram as coxas.
Paula, de cócoras, demorou mais no ato. Viu que a amiga jogara fora a calcinha usada e sorriu zonza olhando sua lingerie, lembrando que o esposo adorava essa peça. Então, sobre o mausoléu, pegou uma fita da coroa de flores e secou-se. Desajeitadamente foram embora.
No desenrole aconteceu o seguinte: por volta das 9 horas da manhã os maridos falaram-se ao telefone:
-“Alô, Agenor! Porra, acabei! Porra, acabou meu casamento! Andressa chegou em casa de madrugada, embriagada e sem calcinha!”
-“E eu Carlão, e eu Carlão? A Paula me aparece às duas horas da manhã, com uma faixa presa na bunda escrito assim: - Jamais te esqueceremos – João, Paulo, Lucas e toda a turma da faculdade! - Não deu pra segurar, quebrei ela de porrada!”
09 setembro, 2005
Obra literária
Graduado em Marginalidade
Após a leitura deste livro, você não será mais o mesmo...
Já está liberado pra venda, o livro Graduado em Marginalidade de Ademiro Alves (Sacolinha). Quem quiser adquirir a obra é só fazer o pedido pela Internet ou pelo correio e receberá em casa em dois dias úteis (48 horas) a contar da data de confirmação do depósito bancário.
Modo de fazer: Valor do livro: R$ 25,00 + Carta registrada: R$ 4,99 = 29,99
Deposite este valor no banco Bradesco:
Agência: 101-5
Conta Poupança: 1009809-2
Ademiro Alves de Sousa
Envie o comprovante ou xerox do comprovante para:
Ademiro Alves
Rua Guarani, n° 413 – Jd. Revista – Suzano – S.P.
Cep: 08694-030
Assim que o depósito for confirmado enviaremos o livro.
Obra: Graduado em Marginalidade
Autor: Ademiro Alves (Sacolinha)
Estilo: Romance contemporâneo / Ficção
Editora: Scortecci
Número de páginas: 168
Capítulos: 29
Número de personagens: 311
ISBN: 85-366-0370-4
Valor: R$ 25,00
Participações:
· Juan Perone (escritor cubano)
· Fernando Bonassi
· Ferréz
· Bruno Capozolli (Instrutor técnico literário)
· Alessandro Buzo
· Sérgio Vaz
Atenção: Quem quiser promover um lançamento do livro Graduado em Marginalidade do escritor Ademiro Alves (Sacolinha), entre em contato com o Projeto Cultural Literatura no Brasil. Disponibilizamos 100 (cem) convites e ajuda na divulgação, seja dentro ou fora do estado de São Paulo.
Informações e vendas: (11) 4749-5744 / 4759-1949 / 8325-2368
E-mail: literaturanobrasil@bol.com.br
Após a leitura deste livro, você não será mais o mesmo...
Já está liberado pra venda, o livro Graduado em Marginalidade de Ademiro Alves (Sacolinha). Quem quiser adquirir a obra é só fazer o pedido pela Internet ou pelo correio e receberá em casa em dois dias úteis (48 horas) a contar da data de confirmação do depósito bancário.
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Ademiro Alves de Sousa
Envie o comprovante ou xerox do comprovante para:
Ademiro Alves
Rua Guarani, n° 413 – Jd. Revista – Suzano – S.P.
Cep: 08694-030
Assim que o depósito for confirmado enviaremos o livro.
Obra: Graduado em Marginalidade
Autor: Ademiro Alves (Sacolinha)
Estilo: Romance contemporâneo / Ficção
Editora: Scortecci
Número de páginas: 168
Capítulos: 29
Número de personagens: 311
ISBN: 85-366-0370-4
Valor: R$ 25,00
Participações:
· Juan Perone (escritor cubano)
· Fernando Bonassi
· Ferréz
· Bruno Capozolli (Instrutor técnico literário)
· Alessandro Buzo
· Sérgio Vaz
Atenção: Quem quiser promover um lançamento do livro Graduado em Marginalidade do escritor Ademiro Alves (Sacolinha), entre em contato com o Projeto Cultural Literatura no Brasil. Disponibilizamos 100 (cem) convites e ajuda na divulgação, seja dentro ou fora do estado de São Paulo.
Informações e vendas: (11) 4749-5744 / 4759-1949 / 8325-2368
E-mail: literaturanobrasil@bol.com.br
06 setembro, 2005
Últimas notícias!
Vem aí os livros:
“VÃO” do escritor Allan Santos da Rosa. Lançamento dia 21 de setembro no projeto Cooperifa, ás 21hrs.
O TREM - CONTESTANDO A VERSÃO OFICIAL de Alessandro Buzo. Dia 22 de outubro, no Itaim Paulista (Local a confirmar).
Toda quarta-feira às 21h tem Sarau da Cooperifa
Local: Bar do Zé Batidão - Rua Bartolomeu dos Santos, 797 – Chácara Santana – Jd. Guarujá – S.P.
Ao lado da Igreja de Piraporinha na Zona Sul.
Informações: (11) 5891-7403 / 9333-6508
Livrarias que estão vendendo o livro Graduado em Marginalidade do escritor Sacolinha:
Livraria Nobel: Suzano Shopping – Centro – Suzano – S.P.Livraria Musicultural: Rua Gal. Francisco Glicério, 1001 – Centro – Suzano – S.PLivraria Book Brasil: Av. Nove de julho - Centro – Poá – S.PLivraria Alpharrábio: Rua Eduardo Monteiro, 151 – Centro – Santo André – S.P
Assista o programa BLACK TV, todos os sábados ás 21h00 no site: www.alltv.com.br
Já está funcionando a biblioteca comunitária Suburbano Convicto.
Informações: 8218-7512
alessandrobuzo@terra.com.br
Não deixe de acessar o site do projeto cultural Literatura no Brasil; são textos, matérias e entrevistas dos escritores que tecem a verdadeira literatura da periferia.
Leia agora a entrevista com o cartunista Maurício Pestana.
www.literaturanobrasil.blogspot.com
Vem aí a 1ª Feliat ( Feira de livros do Alto Tietê)
Maiores informações: www.feliat.zip.net
ATENÇÃO ESCRITORES DO ALTO TIETÊ E DO BRASIL
Façam suas inscrições para participarem da "1ª Feira de Livros do Alto Tietê - 1ª FELIAT" e do "I Encontro de Escritores do Alto Tietê" que acontecerá de 06 à 11 de setembro no Suzano Shopping (Suzano - SP).
As inscrições podem ser feitas pelo email: jorpmauricio@gmail.com
Pavio da CulturaDia 10 de setembro acontecerá o 5° Pavio da Cultura (Sarau literário) em sessão solene. Além das atrações literárias, teatrais, musicais e de cinema, haverá a divulgação do resultado e entrega dos prêmios do 1° Concurso Literário de Suzano.Local: Centro Cultural Francisco Carlos Moriconi - Rua Benjamin Constant, 682 - Centro - Suzano.Ás 20h:00.
Dia 08 de outubro, o Projeto Cultural Literatura no Brasil, estará lançando o seu vídeo-documentário contando toda a história do projeto, suas vitórias e conquistas.O vídeo está sendo produzido pelo cineasta e ator Roniê Lucca.08 de outubro ás 20h:00 - Centro Cultural de Suzano.
Vem aí um projeto literário que irá revolucionar a literatura nas escolas e faculdades da cidade de São Paulo; trata-se de 03 escritores da nova geração. Aguardem.
Nas livrarias/lançamento. Livro: LITERATURA MARGINAL, TALENTOS DA ESCRITA PERIFÉRICA Editora Agir - 136 paginas - R$ 29,90. Organização: FERRÉZ com textos de Preto Ghóez, Eduardo Dum Dum (Facção Central), Dona Laura, Gato Preto, Ridson, Mauricio Marques, Allan Santos da Rosa, Alessandro Buzo, Luiz Alberto Mendes e Erton Moraes. Saiba mais: www.agir.com.br
“VÃO” do escritor Allan Santos da Rosa. Lançamento dia 21 de setembro no projeto Cooperifa, ás 21hrs.
O TREM - CONTESTANDO A VERSÃO OFICIAL de Alessandro Buzo. Dia 22 de outubro, no Itaim Paulista (Local a confirmar).
Toda quarta-feira às 21h tem Sarau da Cooperifa
Local: Bar do Zé Batidão - Rua Bartolomeu dos Santos, 797 – Chácara Santana – Jd. Guarujá – S.P.
Ao lado da Igreja de Piraporinha na Zona Sul.
Informações: (11) 5891-7403 / 9333-6508
Livrarias que estão vendendo o livro Graduado em Marginalidade do escritor Sacolinha:
Livraria Nobel: Suzano Shopping – Centro – Suzano – S.P.Livraria Musicultural: Rua Gal. Francisco Glicério, 1001 – Centro – Suzano – S.PLivraria Book Brasil: Av. Nove de julho - Centro – Poá – S.PLivraria Alpharrábio: Rua Eduardo Monteiro, 151 – Centro – Santo André – S.P
Assista o programa BLACK TV, todos os sábados ás 21h00 no site: www.alltv.com.br
Já está funcionando a biblioteca comunitária Suburbano Convicto.
Informações: 8218-7512
alessandrobuzo@terra.com.br
Não deixe de acessar o site do projeto cultural Literatura no Brasil; são textos, matérias e entrevistas dos escritores que tecem a verdadeira literatura da periferia.
Leia agora a entrevista com o cartunista Maurício Pestana.
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Vem aí a 1ª Feliat ( Feira de livros do Alto Tietê)
Maiores informações: www.feliat.zip.net
ATENÇÃO ESCRITORES DO ALTO TIETÊ E DO BRASIL
Façam suas inscrições para participarem da "1ª Feira de Livros do Alto Tietê - 1ª FELIAT" e do "I Encontro de Escritores do Alto Tietê" que acontecerá de 06 à 11 de setembro no Suzano Shopping (Suzano - SP).
As inscrições podem ser feitas pelo email: jorpmauricio@gmail.com
Pavio da CulturaDia 10 de setembro acontecerá o 5° Pavio da Cultura (Sarau literário) em sessão solene. Além das atrações literárias, teatrais, musicais e de cinema, haverá a divulgação do resultado e entrega dos prêmios do 1° Concurso Literário de Suzano.Local: Centro Cultural Francisco Carlos Moriconi - Rua Benjamin Constant, 682 - Centro - Suzano.Ás 20h:00.
Dia 08 de outubro, o Projeto Cultural Literatura no Brasil, estará lançando o seu vídeo-documentário contando toda a história do projeto, suas vitórias e conquistas.O vídeo está sendo produzido pelo cineasta e ator Roniê Lucca.08 de outubro ás 20h:00 - Centro Cultural de Suzano.
Vem aí um projeto literário que irá revolucionar a literatura nas escolas e faculdades da cidade de São Paulo; trata-se de 03 escritores da nova geração. Aguardem.
Nas livrarias/lançamento. Livro: LITERATURA MARGINAL, TALENTOS DA ESCRITA PERIFÉRICA Editora Agir - 136 paginas - R$ 29,90. Organização: FERRÉZ com textos de Preto Ghóez, Eduardo Dum Dum (Facção Central), Dona Laura, Gato Preto, Ridson, Mauricio Marques, Allan Santos da Rosa, Alessandro Buzo, Luiz Alberto Mendes e Erton Moraes. Saiba mais: www.agir.com.br
04 setembro, 2005
Entrevista do mês
Entrevista com o escritor e Cartunista Mauricio Pestana
L.B: Você só escreve cartuns, por que não poesias, contos ou romances?
Porque acredito que cartum contemple poesia, conto, romance, comedia desenho e arte um bom cartum tem que ter tudo isso e um pouco mais.
L.B: O seu trabalho artístico se iniciou na década de 80. O que fez você optar pelo lado da questão racial, ainda assim de uma forma otimista?
Otimista!!!Acho que você não conhece todo o conjunto de minha obra.
Optar pela questão racial foi uma forma de expor meus sentimentos através de minha arte, que envolve, humor, critica, denuncia e sobre tudo indignação propio do cartum!
L.B: Você se mantém financeiramente do que escreve, ou tem algum trabalho paralelo?
Sim. Vivo de minha arte. Tenho um estúdio em São Paulo onde presto serviços para sindicatos, editoras, organizações não governamentais e organizações governamentais.
L.B: Tem influências literárias?
Várias.
L.B: Quais os seus projetos literários ou culturais?
Quase não tenho tempo, infelizmente de desenvolver meus projetos literários e culturais, uma vez que presto muito serviços e desenvolvo projetos para terceiros como editoras e etc.
Costumo dizer que meu trabalho é realizar na maioria das vezes projetos dos outros.
Exemplo disso foi uma encomenda de uma editora paradidatico que encomendou-me que eu escrevesse um livro sobre a cidade de São Paulo, o livro ficou lindo deu-me muito prazer mas foi um livro e um projeto encomendado.
L.B: Tem idéia de quantas cópias dos seus livros já foram vendidas?
Até hoje escrevi 12 livros e 42 publicações educativas (cartilhas) para ONGs e para o Estado. A cartilha de maior tiragem foi “ O Negro No Mercado de Trabalho”. Juntando todas as tiragens foram 750 mil exemplares. Se juntarem todas as publicações que fiz ao longo dos 22 anos de carreira devo ter uma tiragem de um milhão e setecentos mil exemplares.
L.B- Aqui no Brasil o índice de leitores é muito baixo. Isso é falta de iniciativas do governo ou é a falta de interesse da população?
As duas coisas, mas principalmente o baixo índice de investimento em educação e cultura.
L.B: Como você encara a relação editora e escritor novo?
É uma pergunta complexa, como escritor acho que de 8 a 10% para receber de direitos autorais é uma verdadeira miséria, como editor e tendo que pagar de 40 a 60% para distribuidores, tendo que investir na produção de livros e todas as dores de cabeça que envolve a questão fiscal, contabilista e administrativa muitas vezes fico mais feliz como escritor do que como editor, já que desempenho as duas funções.
L.B: Como foi pra você lançar o seu primeiro livro, “A transação da transição”, tendo em vista os seguintes obstáculos: Você ainda não era conhecido nacionalmente, era o ano de 1985, você é negro e o livro trata de um assunto de uma forma crítica?
Foi ótimo. Não tinha nada a perder. Era cartunista político do Jornal do Diário do Grande ABC, tinha um bom salário para a idade e para a época não dependia das vendas e nem do sucesso do livro, foi ótimo, eu tinha 19 anos e ajudou-me muito a tornar meu trabalho nacionalmente e internacionalmente conhecido.
L.B: Qual a sua opinião com relação a sociedade que vê de forma preconceituosa as religiões africanas?
Vejo com tristeza toda forma de preconceito e discriminação, principalmente quando elas vêem de instituições tão consolidadas poderosas deste pais.
L.B: Todo artista tem ou vive um momento de reflexão sobre a vida. Alguns deles acabam se suicidando, bebendo, se drogando ou desistindo de tudo. Você já passou por um momento assim?
Passo por isso neste momento, como eu não bebo, não me drogo e adoro a vida vou sobrevivendo.
L.B: Qual a sua posição quando se refere a cotas para negros e afrodescendentes?
Super favorável, porém acho que a discussão não deva se restringir apenas à cotas e sim a um programa mais amplo, um programa de ações afirmativas, que incluam alem das cotas uma reparação por tudo que fizemos e continuamos fazendo para a construção deste país e pela vida de estrangeiro, que esse pais sempre nos tratou.
L.B: Se algum interessado quiser contratar uma palestra ou comprar um livro seu, como ele deve prosseguir?
Entrando no site www.mauriciopestana.com.br
L.B: Você só escreve cartuns, por que não poesias, contos ou romances?
Porque acredito que cartum contemple poesia, conto, romance, comedia desenho e arte um bom cartum tem que ter tudo isso e um pouco mais.
L.B: O seu trabalho artístico se iniciou na década de 80. O que fez você optar pelo lado da questão racial, ainda assim de uma forma otimista?
Otimista!!!Acho que você não conhece todo o conjunto de minha obra.
Optar pela questão racial foi uma forma de expor meus sentimentos através de minha arte, que envolve, humor, critica, denuncia e sobre tudo indignação propio do cartum!
L.B: Você se mantém financeiramente do que escreve, ou tem algum trabalho paralelo?
Sim. Vivo de minha arte. Tenho um estúdio em São Paulo onde presto serviços para sindicatos, editoras, organizações não governamentais e organizações governamentais.
L.B: Tem influências literárias?
Várias.
L.B: Quais os seus projetos literários ou culturais?
Quase não tenho tempo, infelizmente de desenvolver meus projetos literários e culturais, uma vez que presto muito serviços e desenvolvo projetos para terceiros como editoras e etc.
Costumo dizer que meu trabalho é realizar na maioria das vezes projetos dos outros.
Exemplo disso foi uma encomenda de uma editora paradidatico que encomendou-me que eu escrevesse um livro sobre a cidade de São Paulo, o livro ficou lindo deu-me muito prazer mas foi um livro e um projeto encomendado.
L.B: Tem idéia de quantas cópias dos seus livros já foram vendidas?
Até hoje escrevi 12 livros e 42 publicações educativas (cartilhas) para ONGs e para o Estado. A cartilha de maior tiragem foi “ O Negro No Mercado de Trabalho”. Juntando todas as tiragens foram 750 mil exemplares. Se juntarem todas as publicações que fiz ao longo dos 22 anos de carreira devo ter uma tiragem de um milhão e setecentos mil exemplares.
L.B- Aqui no Brasil o índice de leitores é muito baixo. Isso é falta de iniciativas do governo ou é a falta de interesse da população?
As duas coisas, mas principalmente o baixo índice de investimento em educação e cultura.
L.B: Como você encara a relação editora e escritor novo?
É uma pergunta complexa, como escritor acho que de 8 a 10% para receber de direitos autorais é uma verdadeira miséria, como editor e tendo que pagar de 40 a 60% para distribuidores, tendo que investir na produção de livros e todas as dores de cabeça que envolve a questão fiscal, contabilista e administrativa muitas vezes fico mais feliz como escritor do que como editor, já que desempenho as duas funções.
L.B: Como foi pra você lançar o seu primeiro livro, “A transação da transição”, tendo em vista os seguintes obstáculos: Você ainda não era conhecido nacionalmente, era o ano de 1985, você é negro e o livro trata de um assunto de uma forma crítica?
Foi ótimo. Não tinha nada a perder. Era cartunista político do Jornal do Diário do Grande ABC, tinha um bom salário para a idade e para a época não dependia das vendas e nem do sucesso do livro, foi ótimo, eu tinha 19 anos e ajudou-me muito a tornar meu trabalho nacionalmente e internacionalmente conhecido.
L.B: Qual a sua opinião com relação a sociedade que vê de forma preconceituosa as religiões africanas?
Vejo com tristeza toda forma de preconceito e discriminação, principalmente quando elas vêem de instituições tão consolidadas poderosas deste pais.
L.B: Todo artista tem ou vive um momento de reflexão sobre a vida. Alguns deles acabam se suicidando, bebendo, se drogando ou desistindo de tudo. Você já passou por um momento assim?
Passo por isso neste momento, como eu não bebo, não me drogo e adoro a vida vou sobrevivendo.
L.B: Qual a sua posição quando se refere a cotas para negros e afrodescendentes?
Super favorável, porém acho que a discussão não deva se restringir apenas à cotas e sim a um programa mais amplo, um programa de ações afirmativas, que incluam alem das cotas uma reparação por tudo que fizemos e continuamos fazendo para a construção deste país e pela vida de estrangeiro, que esse pais sempre nos tratou.
L.B: Se algum interessado quiser contratar uma palestra ou comprar um livro seu, como ele deve prosseguir?
Entrando no site www.mauriciopestana.com.br
02 setembro, 2005
Atraso na Feliat
Prezados,
Informamos que a 1º FEIRA DE LIVROS DO ALTO TIETÊ - FELIAT, foi adiada para o dia 06 de setembro, terça-feira. A feira já obteve apoio: SUZANO SHOPPING, local onde será realizada.
SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE SUZANO
PROJETO CULTURAL LITERATURA NO BRASIL
Haverá debates, seminários, palestras, saraus, lançamentos, performances e esquetes teatrais. contação de histórias e muito mais.
Colocamo-nos a disposição para mais informações e aproveitamos para solicitar-lhes que repassem aos livreiros e editores associados à informação deste importante acontecimento para a região do Alto Tietê e para todo o mercado editorial.
1ª FELIAT HOMENAGEIA ÉRICO VERÍSSIMO
ESTÃO ABERTAS INSCRIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO NA FELIAT E NO ENCONTRO DE ESCRITORES DO ALTO TIETÊ
PAULO MAURÍCIO ESTÁ A FRENTE DOS EVENTOS
Atenciosamente,
Projeto Cultural Literatura no Brasil.
Interessados podem obter informações através do site:http://www.feliat.zip.net
Fone: (11) 4741-2656
Informamos que a 1º FEIRA DE LIVROS DO ALTO TIETÊ - FELIAT, foi adiada para o dia 06 de setembro, terça-feira. A feira já obteve apoio: SUZANO SHOPPING, local onde será realizada.
SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE SUZANO
PROJETO CULTURAL LITERATURA NO BRASIL
Haverá debates, seminários, palestras, saraus, lançamentos, performances e esquetes teatrais. contação de histórias e muito mais.
Colocamo-nos a disposição para mais informações e aproveitamos para solicitar-lhes que repassem aos livreiros e editores associados à informação deste importante acontecimento para a região do Alto Tietê e para todo o mercado editorial.
1ª FELIAT HOMENAGEIA ÉRICO VERÍSSIMO
ESTÃO ABERTAS INSCRIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO NA FELIAT E NO ENCONTRO DE ESCRITORES DO ALTO TIETÊ
PAULO MAURÍCIO ESTÁ A FRENTE DOS EVENTOS
Atenciosamente,
Projeto Cultural Literatura no Brasil.
Interessados podem obter informações através do site:http://www.feliat.zip.net
Fone: (11) 4741-2656
01 setembro, 2005
Poesia.
LINHAS TORTAS
(Sérgio Vaz)
PASSOU A VIDA INTEIRA
NUMA CASA DE MADEIRA
EMPRESTADA PELA MISÉRIA.
UM DIA, CHEIO DE ALEGRIA ARTIFICIAL,
RECEBEU DO AMIGO
UM PEDAÇO DE CASA PRÓPRIA
BEM NO MEIO DA CABEÇA.
COM A CABEÇA ABERTA
COMEÇOU A DUVIDAR DE DEUS.
CAMINHO SUAVE
ROSENDA NÃO CONHECIA AS LETRAS.
COM ENXADA EM VEZ DE CANETA
PASSOU A VIDA NA FAZENDA,
NA ROÇA. MAS AO SETENTA,
APESAR DA PELE TRÊMULA,
SUA VIDA AINDA COÇA.
E ANTES DO PONTO FINAL QUIZ
APRENDER AS CONSOANTES
E VOGAR PELAS VOGAIS.
UM DIA, TATEANDO A CARTILHA,
DEPOIS DE TATEAR O SOLO
QUERIA DEUS ENTENDER:
PORQUE HAVIA TANTO PRA VER
E ELA SÓ COM DOIS OLHOS?
Atenciosamente... Sérgio Vaz!!!
(Sérgio Vaz)
PASSOU A VIDA INTEIRA
NUMA CASA DE MADEIRA
EMPRESTADA PELA MISÉRIA.
UM DIA, CHEIO DE ALEGRIA ARTIFICIAL,
RECEBEU DO AMIGO
UM PEDAÇO DE CASA PRÓPRIA
BEM NO MEIO DA CABEÇA.
COM A CABEÇA ABERTA
COMEÇOU A DUVIDAR DE DEUS.
CAMINHO SUAVE
ROSENDA NÃO CONHECIA AS LETRAS.
COM ENXADA EM VEZ DE CANETA
PASSOU A VIDA NA FAZENDA,
NA ROÇA. MAS AO SETENTA,
APESAR DA PELE TRÊMULA,
SUA VIDA AINDA COÇA.
E ANTES DO PONTO FINAL QUIZ
APRENDER AS CONSOANTES
E VOGAR PELAS VOGAIS.
UM DIA, TATEANDO A CARTILHA,
DEPOIS DE TATEAR O SOLO
QUERIA DEUS ENTENDER:
PORQUE HAVIA TANTO PRA VER
E ELA SÓ COM DOIS OLHOS?
Atenciosamente... Sérgio Vaz!!!
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