09 novembro, 2007
06 novembro, 2007
AOS IRMÃOS DE LUTA
O ENCANTO DO NEGRO
Eu gostaria de ser um poeta, um poeta de verdade,
Para descrever através dos meus versos
Nas entrelinhas de minha poesia,
A vida e seus momentos diversos.
E através dos versos, na melodia das rimas,
Alegrar o coração dos que vivem em prantos.
Fazer vibrar de alegria, os que andam tristes,
E se possível apagar da vida o desencanto.
Mesmo que fosse por um segundo,
Mas eu pudesse mostrar ao mundo,
Do negro o verdadeiro encanto.
Eu não descreveria aquele grito tristonho,
De um negro preso em uma senzala.
Nem tão pouco aquele grito de dor
De uma mulher negra, chamada escrava,
Tratada como um animal selvagem,
gritando no tronco, quando um chicote surrava.
Não, eu não descreveria tal coisa,
Porque isto, nem um pouco me agrada,
Mas eu descreveria lutas, batalhas e glorias,
De um quilombo, que ficou na história,
Como um valente que enobrece esta raça.
Mas eu sei que não sou um poeta,
Faço rimas e versos quebrados,
O que eu sei que eu sou um valente,
Transpondo barreiras, vencendo obstáculos,
Quando venço, é porque sou capaz...
Não derrubo quem está do meu lado,
Me orgulho de ser como sou,
Onde vou, sempre dou espetáculo
Se sou negro, me orgulho de ser!
Nem tão pouco me envergonho em dizer,
Que um dia eu já fui escravo.
Mas poeta, eu sei que não sou, não, não sou.
Nem sou sábio, para falar de uma causa tão nobre,
Mas bem sei que eu nasci como todos,
Pelado, sem dentes, não nasci rico nem pobre.
Deus me abençoou com o milagre da vida.
Sou negro, negro sim, mas isto não é motivo,
Para que eu me lamente da sorte.
Se eu levanto não caio, mas se eu caio levanto,
Porque sou um guerreiro, sou bravo, sou forte,
Por isso debulho nas cordas de um violão,
No batuque de um tamborim, na batida do rap,
Na melodia de uma canção,
Eu sou o negro que não nasci chorando,
Eu já nasci gritando:
Liberdade ou morte.
Francis Gomes
tchekos@ig.com.br
Eu gostaria de ser um poeta, um poeta de verdade,
Para descrever através dos meus versos
Nas entrelinhas de minha poesia,
A vida e seus momentos diversos.
E através dos versos, na melodia das rimas,
Alegrar o coração dos que vivem em prantos.
Fazer vibrar de alegria, os que andam tristes,
E se possível apagar da vida o desencanto.
Mesmo que fosse por um segundo,
Mas eu pudesse mostrar ao mundo,
Do negro o verdadeiro encanto.
Eu não descreveria aquele grito tristonho,
De um negro preso em uma senzala.
Nem tão pouco aquele grito de dor
De uma mulher negra, chamada escrava,
Tratada como um animal selvagem,
gritando no tronco, quando um chicote surrava.
Não, eu não descreveria tal coisa,
Porque isto, nem um pouco me agrada,
Mas eu descreveria lutas, batalhas e glorias,
De um quilombo, que ficou na história,
Como um valente que enobrece esta raça.
Mas eu sei que não sou um poeta,
Faço rimas e versos quebrados,
O que eu sei que eu sou um valente,
Transpondo barreiras, vencendo obstáculos,
Quando venço, é porque sou capaz...
Não derrubo quem está do meu lado,
Me orgulho de ser como sou,
Onde vou, sempre dou espetáculo
Se sou negro, me orgulho de ser!
Nem tão pouco me envergonho em dizer,
Que um dia eu já fui escravo.
Mas poeta, eu sei que não sou, não, não sou.
Nem sou sábio, para falar de uma causa tão nobre,
Mas bem sei que eu nasci como todos,
Pelado, sem dentes, não nasci rico nem pobre.
Deus me abençoou com o milagre da vida.
Sou negro, negro sim, mas isto não é motivo,
Para que eu me lamente da sorte.
Se eu levanto não caio, mas se eu caio levanto,
Porque sou um guerreiro, sou bravo, sou forte,
Por isso debulho nas cordas de um violão,
No batuque de um tamborim, na batida do rap,
Na melodia de uma canção,
Eu sou o negro que não nasci chorando,
Eu já nasci gritando:
Liberdade ou morte.
Francis Gomes
tchekos@ig.com.br
A MAIS NOVA DO FRANCIS GOMES
Carta ao presidente
Saiba excelentíssimo senhor presidente,
Homem nordestino como a gente,
Que aqui no nordeste tudo vai bem.
Há mais de dois anos que não chove,
Se não acredita, venha o senhor e comprove
Apesar de que isso, não é da conta de ninguém.
As rebançãs que sempre migram do agreste,
Enfeitando o céu azul do meu nordeste,
Também fugiram para não morrer de fome.
E a cauã que canta ao romper da aurora
Hoje não canta, ela simplesmente chora,
Pois como eu, faz muito tempo que não come.
Por falta de chuva, os rios e açudes secaram,
Os resistentes umbuzeiros murcharam,
Até o mandacaru murchou também.
Mas saiba excelentíssimo Senhor presidente
Homem nordestino como a gente
Que aqui no nordeste tudo vai bem.
Os nossos filhos, já nem vão mais a escola,
Ao in vez disso, precisam pedir esmola,
Andam sujos, descalços e esmolambados.
Tem muitos prostados em cima da cama,
Isto é normal depois de beberem lama,
Misturada com fezes e a urina dos gados.
Gados que morreram sem ter pra onde fugir,
A fome e a sede, não puderam resistir,
Mas este é o destino que todo sertanejo tem.
Por isso saiba excelentíssimo senhor presidente
Homem nordestino como a gente
Que aqui no nordeste tudo vai bem.
Somos nordestinos, fomos esquecidos.
Homens e mulheres desconhecidos,
Apesar de ser um povo tão valente.
Quarenta dias jejuaram Cristo e Moisés,
Mas meu senhor jejuar quarenta meses
Infelizmente não existe quem agüente.
Senhor presidente, desculpe lhe jogar isso na cara,
Sei que também fugiu da seca num pau de arara,
E conhece esta dor como ninguém.
Por isso saiba excelentíssimo senhor presidente
Homem nordestino como a gente
Que aqui no nordeste tudo vai bem.
Se por acaso esta carta chegar a vós
Certamente não ouvirá mais minha voz
Porque a morte esta batendo em minha porta.
Não sou o único, sou apenas mais um homem
Como muitos, condenado a morrer de fome,
Mas e daí, quem com isso se importa?
Desculpe os erros minhas mãos estão tremendo
E as minhas vistas já estão escurecendo
Chegou à hora, de eu me despedir também.
Mas saiba excelentíssimo senhor presidente
Homem nordestino como a gente
Que aqui no nordeste tudo continuará bem.
Francis Gomes
tchekos@ig.com.br
Saiba excelentíssimo senhor presidente,
Homem nordestino como a gente,
Que aqui no nordeste tudo vai bem.
Há mais de dois anos que não chove,
Se não acredita, venha o senhor e comprove
Apesar de que isso, não é da conta de ninguém.
As rebançãs que sempre migram do agreste,
Enfeitando o céu azul do meu nordeste,
Também fugiram para não morrer de fome.
E a cauã que canta ao romper da aurora
Hoje não canta, ela simplesmente chora,
Pois como eu, faz muito tempo que não come.
Por falta de chuva, os rios e açudes secaram,
Os resistentes umbuzeiros murcharam,
Até o mandacaru murchou também.
Mas saiba excelentíssimo Senhor presidente
Homem nordestino como a gente
Que aqui no nordeste tudo vai bem.
Os nossos filhos, já nem vão mais a escola,
Ao in vez disso, precisam pedir esmola,
Andam sujos, descalços e esmolambados.
Tem muitos prostados em cima da cama,
Isto é normal depois de beberem lama,
Misturada com fezes e a urina dos gados.
Gados que morreram sem ter pra onde fugir,
A fome e a sede, não puderam resistir,
Mas este é o destino que todo sertanejo tem.
Por isso saiba excelentíssimo senhor presidente
Homem nordestino como a gente
Que aqui no nordeste tudo vai bem.
Somos nordestinos, fomos esquecidos.
Homens e mulheres desconhecidos,
Apesar de ser um povo tão valente.
Quarenta dias jejuaram Cristo e Moisés,
Mas meu senhor jejuar quarenta meses
Infelizmente não existe quem agüente.
Senhor presidente, desculpe lhe jogar isso na cara,
Sei que também fugiu da seca num pau de arara,
E conhece esta dor como ninguém.
Por isso saiba excelentíssimo senhor presidente
Homem nordestino como a gente
Que aqui no nordeste tudo vai bem.
Se por acaso esta carta chegar a vós
Certamente não ouvirá mais minha voz
Porque a morte esta batendo em minha porta.
Não sou o único, sou apenas mais um homem
Como muitos, condenado a morrer de fome,
Mas e daí, quem com isso se importa?
Desculpe os erros minhas mãos estão tremendo
E as minhas vistas já estão escurecendo
Chegou à hora, de eu me despedir também.
Mas saiba excelentíssimo senhor presidente
Homem nordestino como a gente
Que aqui no nordeste tudo continuará bem.
Francis Gomes
tchekos@ig.com.br
05 novembro, 2007
UM CONVITE ADORÁVEL
A ASSOCIAÇÃO CULTURAL LITERATURA NO BRASIL, tem como principal objetivo o incentivo a leitura, poir isso apoiamos completamente o projeto de nossa amiga Liége Cypriano, na divulgação deste trabalho( o incetivo a leitura). Como presidente da A.C.L.B. convido todos os associados e amigos participarem neste trabalho de divulgação e incentivo a leitura.
Você já ouviu falar em bookcrossing?
Se você encontrar um livro perdido em algum lugar da cidade, não se surpreenda, ele foi perdido de propósito. Leve-o para casa, leia-o depois o perca novamente por aí.Esta é a proposta da campanha 'Perca um Livro', criada pela agência Espalhe para a Editora Zeiz que tem como objetivo incentivar o hábito da leitura entre jovens e adultos.
Já foram perdidos 150 exemplares da obra 'A Unidade dos Seis', contendo na contra capa um adesivo escrito:"Este livro foi perdido de propósito" e um código para ser digitado no site www.livr.us.Com este código, é possível rastrear no site o percurso que o livro está percorrendo.
O objetivo é fazer com que cada vez mais pessoas pratiquem o hábito da leitura e transformar o mundo em uma imensa biblioteca.
Nosso objetivo é divulgar ao máximo o bookcrossing, para que cada vez mais pessoas possam aderir ao movimento e perder livros pelo Brasil todo.
Agradeço desde já!
Abraços.
Já foram perdidos 150 exemplares da obra 'A Unidade dos Seis', contendo na contra capa um adesivo escrito:"Este livro foi perdido de propósito" e um código para ser digitado no site www.livr.us.Com este código, é possível rastrear no site o percurso que o livro está percorrendo.
O objetivo é fazer com que cada vez mais pessoas pratiquem o hábito da leitura e transformar o mundo em uma imensa biblioteca.
Nosso objetivo é divulgar ao máximo o bookcrossing, para que cada vez mais pessoas possam aderir ao movimento e perder livros pelo Brasil todo.
Agradeço desde já!
Abraços.
04 novembro, 2007
Últimas notícias
GLOBAL editora e Livraria NOBEL convidam
Lançamento da 2ª edição de “85 Letras e um Disparo” de Sacolinha
08/11 - quinta - a partir das 18h30
Este segundo livro de Sacolinha que teve sua primeira edição esgotada nesse ano vem em edição revista e ampliada, com quatro novos contos, nova apresentação do Moacyr Scliar e prefácio de Ignácio de Loyola Brandão.
O livro já pode ser encontrado ou encomendado em qualquer livraria.
Local: Livraria Nobel - Shopping Center 3
Av. Paulista, 2064 - Piso Cinelândia
Obs: Se for de metrô descer na Consolação. Este shopping fica em frente ao Conjunto Nacional.
(11) 3287-7387
Blog do autor: www.sacolagraduado.blogspot.com
Link Sacolinha no Programa do Jô
O autor deu uma entrevista no Programa do Jô que foi ao ar no dia 26/10. Quem não assistiu pode ver os primeiros 11 minutos da entrevista no link abaixo:
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM747717-7822-ESCRITOR+ADEMIRO+ALVES+JA+FOI+LADRAO+DE+LIVROS,00.html
Semana de Arte Moderna da Periferia
De 04 à 10/11
A R T E S P L Á S T I C A S D A N Ç A L I T E R A T U R A C I N E M A T E A T R O M Ú S I C A
REALIZAÇÃO: Cooperifa Apoio Cultural: Itaú Cultural, SESC Santo Amaro, Global Editora, ASSAOC, Ação Educativa e Maxprint
Informações: (11) 9342-8687 / 8358-5965 cooperifa@gmail.com www.colecionadordepedras.blogspot.com
Pavio da Cultura – Sessão Negra
10/11 – 20h
Sarau cultural que mistura samba, rap, leitura dramática, poesia, cinema e muito mais. Homenagem ao poeta Solano Trindade.
Realização: Associação Cultural Literatura no Brasil e Prefeitura de Suzano
Local: Centro Cultural de Suzano – Rua Benjamin Constant, 682
Fone: 4747-4180
GRATUITO
Agenda Cultural da Periferia
Já está circulando em todo o Estado de São Paulo a Agenda Cultural da Periferia n° 07.Mais informações: (11) 3151-2333 - ramal: 166
www.acaoeducativa.org
Trocando Idéias
27/11 – 20h
Nesta edição, será realizado um debate sobre o livro "Tereza Batista Cansada de Guerra", de Jorge Amado.
Facilitador: Paulo Pereira, escritor e poeta
Realização: Associação Cultural Literatura no Brasil
Local: Centro Cultural de Suzano – Rua Benjamin Constant, 682
Fone: 7615-4394
GRATUITO
Pavio Erótico
01/12 – 20h
Sarau literário que aborda a conscientização e prevenção contra DST/Aids.
Realização: Associação Cultural Literatura no Brasil e Prefeitura de Suzano
Local: Centro Cultural de Suzano – Rua Benjamin Constant, 682
Fone: 4747-4180
GRATUITO
Dia 18 de dezembro tem:
Antologia Literatura no Brasil
Uma obra que reúne contos e poesias dos membros da Associação Cultural Literatura no Brasil.
Realização: Associação Cultural Literatura no Brasil e Ação Educativa
AGUARDEM
Vem aí:
Cadernos Negros – vol. 30 – Três décadas
Aguardem!
Lançamento da 2ª edição de “85 Letras e um Disparo” de Sacolinha
08/11 - quinta - a partir das 18h30
Este segundo livro de Sacolinha que teve sua primeira edição esgotada nesse ano vem em edição revista e ampliada, com quatro novos contos, nova apresentação do Moacyr Scliar e prefácio de Ignácio de Loyola Brandão.
O livro já pode ser encontrado ou encomendado em qualquer livraria.
Local: Livraria Nobel - Shopping Center 3
Av. Paulista, 2064 - Piso Cinelândia
Obs: Se for de metrô descer na Consolação. Este shopping fica em frente ao Conjunto Nacional.
(11) 3287-7387
Blog do autor: www.sacolagraduado.blogspot.com
Link Sacolinha no Programa do Jô
O autor deu uma entrevista no Programa do Jô que foi ao ar no dia 26/10. Quem não assistiu pode ver os primeiros 11 minutos da entrevista no link abaixo:
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM747717-7822-ESCRITOR+ADEMIRO+ALVES+JA+FOI+LADRAO+DE+LIVROS,00.html
Semana de Arte Moderna da Periferia
De 04 à 10/11
A R T E S P L Á S T I C A S D A N Ç A L I T E R A T U R A C I N E M A T E A T R O M Ú S I C A
REALIZAÇÃO: Cooperifa Apoio Cultural: Itaú Cultural, SESC Santo Amaro, Global Editora, ASSAOC, Ação Educativa e Maxprint
Informações: (11) 9342-8687 / 8358-5965 cooperifa@gmail.com www.colecionadordepedras.blogspot.com
Pavio da Cultura – Sessão Negra
10/11 – 20h
Sarau cultural que mistura samba, rap, leitura dramática, poesia, cinema e muito mais. Homenagem ao poeta Solano Trindade.
Realização: Associação Cultural Literatura no Brasil e Prefeitura de Suzano
Local: Centro Cultural de Suzano – Rua Benjamin Constant, 682
Fone: 4747-4180
GRATUITO
Agenda Cultural da Periferia
Já está circulando em todo o Estado de São Paulo a Agenda Cultural da Periferia n° 07.Mais informações: (11) 3151-2333 - ramal: 166
www.acaoeducativa.org
Trocando Idéias
27/11 – 20h
Nesta edição, será realizado um debate sobre o livro "Tereza Batista Cansada de Guerra", de Jorge Amado.
Facilitador: Paulo Pereira, escritor e poeta
Realização: Associação Cultural Literatura no Brasil
Local: Centro Cultural de Suzano – Rua Benjamin Constant, 682
Fone: 7615-4394
GRATUITO
Pavio Erótico
01/12 – 20h
Sarau literário que aborda a conscientização e prevenção contra DST/Aids.
Realização: Associação Cultural Literatura no Brasil e Prefeitura de Suzano
Local: Centro Cultural de Suzano – Rua Benjamin Constant, 682
Fone: 4747-4180
GRATUITO
Dia 18 de dezembro tem:
Antologia Literatura no Brasil
Uma obra que reúne contos e poesias dos membros da Associação Cultural Literatura no Brasil.
Realização: Associação Cultural Literatura no Brasil e Ação Educativa
AGUARDEM
Vem aí:
Cadernos Negros – vol. 30 – Três décadas
Aguardem!
01 novembro, 2007
FAMILIA
FAMILIA
Sou poeta
Sou contista
Faço verso, faço rima.
Sou associação
Sou cultura
Sou literatura
Não sou estrangeiro
Eu sou Brasil
Mais um brasileiro
Sou Suzano
Cidades das flores
Cidade dos poetas e dos escritores
Citarei exemplos
Rejane a bela poetiza
Com suas poesias românticas
Tem caipira feio e a academia
Com o grande Francis Gomes
Poeta, cordelista
Nelson Olavo
Que todas as vezes que recita suas poesias
Olha para o alto
Para ver se Deus esta lhe vendo
Temos lição de vida
Dona Elizabete
Mulher Arretada
Mulher trabalhadeira
Paulo Odair
O tarado literário
Com suas poesias
Já tem dois livretos publicados
Caqui
Com seu rap
Rap é poesia
Associação é cultura é literatura é periferia
Micheli com i
Poetisa, contista
Romântica mas com seu jeito fúnebre
Que acha beleza na morte
Daiane
Em todas as suas poesias
Tem uma pitada de saudade e amor
Sacolinha
Uma jóia rara
Uma peça fundamental no cenário literário
Guel Brasil
Com berrante no pescoço,
E um violão do lado
Em todos os saraus
Um conto, um causo.
É bem contado
Quem sou eu
Sou Paulo Pereira
Contista, poeta
Faço verso, faço rima.
Agradeço a Deus
Por ter me dado este dom e grandes amigos
Sou poeta, sou contista.
Sou Associação Cultural Literatura no Brasil.
Paulo Pereira
paulo.pereira13@isbt.com.br
Associação Cultural Literatura no Brasil
Sou poeta
Sou contista
Faço verso, faço rima.
Sou associação
Sou cultura
Sou literatura
Não sou estrangeiro
Eu sou Brasil
Mais um brasileiro
Sou Suzano
Cidades das flores
Cidade dos poetas e dos escritores
Citarei exemplos
Rejane a bela poetiza
Com suas poesias românticas
Tem caipira feio e a academia
Com o grande Francis Gomes
Poeta, cordelista
Nelson Olavo
Que todas as vezes que recita suas poesias
Olha para o alto
Para ver se Deus esta lhe vendo
Temos lição de vida
Dona Elizabete
Mulher Arretada
Mulher trabalhadeira
Paulo Odair
O tarado literário
Com suas poesias
Já tem dois livretos publicados
Caqui
Com seu rap
Rap é poesia
Associação é cultura é literatura é periferia
Micheli com i
Poetisa, contista
Romântica mas com seu jeito fúnebre
Que acha beleza na morte
Daiane
Em todas as suas poesias
Tem uma pitada de saudade e amor
Sacolinha
Uma jóia rara
Uma peça fundamental no cenário literário
Guel Brasil
Com berrante no pescoço,
E um violão do lado
Em todos os saraus
Um conto, um causo.
É bem contado
Quem sou eu
Sou Paulo Pereira
Contista, poeta
Faço verso, faço rima.
Agradeço a Deus
Por ter me dado este dom e grandes amigos
Sou poeta, sou contista.
Sou Associação Cultural Literatura no Brasil.
Paulo Pereira
paulo.pereira13@isbt.com.br
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