Morro das nuvens
No coração das nuvens
A pátria se esconde
Atrás da cortina de madeira.
Mas os homens,
Das casas simples
E almas bravias,
Mantêm as portas abertas
E as vidraças limpas
Para o deleite do amanhecer.
Ferida aberta,
A vida,
Essa nuvem passageira
Cortada em fatias,
Deixa sempre a parte menor
Pra quem acorda
Perto do anoitecer.
Sérgio Vaz
www.colecionadordepedras.blogspot.com
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