Soco no estômago!

E aí pseudo-crítico Caturra, segura essa:

O INcrível Mundo Pixado
(Dinha, de São Paulo)

Cravo firme os pés na poeira da lua,
e no chão arenoso a cabeça matuta.
A distância e a gravidade
são o que me salvam do meu corpo
replicado no planetinha azul.
Súbito, sacode o poema.
Apocalipse unindo a poeira que me resta
ao corpo que me deram.
E um soco no estômago do ódio
esvazia a palavra e me devolve
ao incrível mundo pixado
do noticiário.

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