Onde estará a minha doce Lucila?
Oh! flor cálida e pura como a nuvem alva,
Que tem o brilho da estrela D'alva,
E, cuja luz me cega a pupila.
Onde estará o lúbrico tom francês?
E o perfume da rosa de saron,
O encantamento desse tom salmon ,
Que me inebria desde sessenta e três.
Onde estará ela diante dos conclamos?
De todos os outros, esse rol dos Ramos,
E, se pergunto, é claro que não sei!
Onde estará como um lago já sem foz,
Dentre as estrelas e flores cálidas esta Dejoss?
Que em segredo, um dia, eu amei!
Sobre inveja e dor de cotovelo
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