Numa folha qualquer e com um lápis na mão,
Eu risco o papel no desenho de um sol amarelo,
Então, vejo os seus raios brilhar lá no prelo,
E, as gotas de luzes, singelas, espalhadas no chão.
Numa folha qualquer eu risco os meus traços,
Mistos, mesclados entre as curvas e as retas,
Evidência das minhas convicçõs tão diletas,
Inferidas nos brilhos dos meus traços e retraços.
Numa folha qualquer o meu talento desliza,
E, entre traços e retraços vem e sinaliza,
Ainda que em real desalinho.
Numa folha qualquer a minha arte recorta,
E, a minha mão, com a certeza, abre a porta,
Para em versos falar do mito Toquinho.
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